Posts arquivados em Tag: Editora Gutenberg

08 jan, 2019

[RESENHA] Spindle Cove #4: Uma Chance Para O Amor

Não é segredo para ninguém que eu adoro um bom romance de época né? Então quando a maravilhosa da Editora Gutenberg ofereceu Uma Chance Para O Amor eu já corri logo para pedir porque é um livro da Tessa Dare e eu amei o outro que li da autora.

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18 dez, 2018

[RESENHA] Highlands #2: Amor Nas Highlands


Oi gente! Tudo bem? Eu sei que estou a meses beeeeem sumidinha, mas já expliquei isso no IG do site (inclusive se não nos segue por lá clica aqui), mas estou de volta e vim contar para vocês o que achei do segundo livro da série Highlands da Suzanne Enoch que foi lançado recentemente pela nossa parceira Editora Gutenberg! Então continue lendo para saber mais sobre o livro e a minha opinião!

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13 nov, 2018

[RESENHA] A Escola do Bem e do Mal #4: Em Busca da Glória

Oiii seus lindos, hoje vim trazer para vocês a resenha de Em Busca da Glória, quarto volume da série A Escola do Bem e do Mal, e sim eu pulei o terceiro livro (no caso pulei mesmo e não li nada dele) e li o quarto volume, o que já adianto, não é algo que eu recomende rs. Mas enfim, está resenha conterá SPOILERS dos livros anteriores, e para conferir o que eu achei basta continuar lendo.

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25 out, 2018

[RESENHA] Cidade da Música #2: Allegro em Hip-Hop

Oiii seus lindos, hoje vim contar para vocês um pouquinho sobre Allegro em Hip-Hop, segundo volume da série Cidade da Música (a resenha do primeiro vocês podem conferir AQUI) da autora Babi Dewet e que foi lançado pela Editora Gutenberg. Então para saberem o que eu achei da história é só continuar lendo.

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18 set, 2018

[RESENHA] Mil Palavras

Oi gente! Hoje vim falar com vocês sobre Mil Palavras, da Jennifer Brown,  um lançamento recente da Editora Gutemberg e que foi uma leitura com alguns altos e muito baixos. Então para saber mais continue lendo.

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11 set, 2018

[RESENHA] Castles Ever After #4: Como Se Livrar De Um Escândalo



Oi gente linda do meu coração! Hoje eu vim falar de um livro maravilhoso que a Editora Gutenberg lançou recentemente e já conquistou meu coração: Como Se Livrar De Um Escândalo. Para saber o que eu achei quarto volume da série Castles Ever After e quinto da série Spindle Cove da Tessa Dare continue lendo!

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30 ago, 2018

[RESENHA] Cidade da Música #1: Sonata Em Punk Rock

Oiii seus lindos, depois de muito tempo eu finalmente vim contar para vocês o que eu achei de Sonata Em Punk Rock, primeiro volume da serie Cidade Da Música da autora nacional Babi Dewet, e lançado pela nossa amada Editora Gutenberg. Já adianto que foi um livro bem ambíguo para mim, já que até o presente momento eu não sei se gostei, se não gostei ou se foi só uma leitura ok. Então sem mais delongas vamos conferir um pouco da história e o que achei dela.

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04 ago, 2018

[RESENHA] Amor Amargo


Oi gente! Hoje vim conversar com vocês sobre Amor Amargo da autora Jennifer Brown, uma obra publicada a alguns anos pela Editora Gutenberg, mas que continua tão absolutamente relevante quanto na época de seu lançamento (três anos atrás!) então continue lendo para saber mais.

Alex é uma estudante exemplar do último ano do Ensino Médio que com a iminente  formatura pretende realizar um sonho de viajar até o Colorado, lugar para o qual sua mãe estava indo quando acabou sofrendo um acidente e morrendo tragicamente. Mas ela não irá sozinha, seus melhores amigos Bethany e Zach irão acompanhá-la nesta incrível aventura e já há vários planos feitos e muitos outros ainda por serem traçados, mas o trio está muito empolgado.

Mas então Cole aparece para bagunçar toda a vida organizada de Alex. Ele é popular, encantador, divertido e absurdamente lindo. Impossível não se tornar um crush, assim, quando ele demonstra interesse por ela, a garota fica nas nuvens. Parece um sonho quando eles dois enfim engatam um relacionamento que parece a concretização de todos os desejos mais secretos de Alex, mas conforme o tempo passa tudo começa a se tornar um pesadelo.

Cole tem um temperamento explosivo e, às vezes perde a razão e acaba maltratando a namorada, mas claro que ela releva. Ele é tão perfeito e isso acontece tão raramente. É normal, todo mundo perde o controle em algum momento e fala coisas que não queria realmente dizer. O garoto também é absolutamente ciumento e não aceita os amigos dela, especialmente Zach, mas ciúme é apenas uma prova de que ele realmente a ama, certo? 

Alex tenta se convencer disso durante um bom tempo, mas conforme o relacionamento vai ficando cada vez mais violento aos poucos ela passa a perceber que aquilo não está fazendo bem para ela, mas como escapar de um relacionamento com alguém que não vê problema algum em te machucar quando você tem um pai omisso e já se afastou dos seus amigos?

Esse é o segundo livro sobre relacionamento abusivo que leio em menos de um mês (tem resenha de Muito Além Do Amor no blog, clica aqui pra ler!), mas os livros trazem perspectivas muito diferentes, mas realmente interessantes. Enquanto a Camila Moreira tem uma personagem que está tentando superar o que aconteceu, Jennifer Brown traz a construção e desenvolvimento desse tipo de relacionamento, onde a vítima ainda não sabe pelo que está passando e arruma mil desculpas para as atitudes do agressor. E qual dos dois livros é mais relevante para mim? Ambos! 

Amor Amargo é uma obra extremamente densa, apesar do número curto de páginas, com personagens complexos e uma trama bastante pesada, mas o fato que mais me surpreendeu é o de que eu, que não gosto mais de YA como antigamente, simplesmente me senti encantada e apaixonada por essa história. O livro não romantiza em momento algum as situações pelas quais Alex passa e mostra que até vir o primeiro tapa dentro do relacionamento abusivo geralmente há um caminho longo a ser percorrido, um que faz a vítima se sentir mais frágil. 

As cenas onde Cole humilha Alex são realmente de cortar o coração, todo o abuso psicológico foi ficando cada vez mais pesado até o momento em que tive vontade de entrar no livro e acabar com o sofrimento da personagem. Doeu muito em mim ler essa trama por saber o quanto esse tipo de coisa é comum, que está acontecendo agora enquanto escrevo esta resenha. Mulheres de todas as idades são subjugadas por seus namorados, maridos, companheiros, homens nos quais elas depositaram sua confiança e isso é revoltante!

Eu acabei encontrando um post interessantíssimo (e completamente triste!) sobre os números nacionais de violência contra a mulher: em 2015 o Brasil registrou uma média de um estupro a cada onze minutos (estima-se que isso representa 10% do total, já que a maioria dos casos de estupro não é denunciada!); a cada 7.2 segundos uma mulher é vítima de violência física. No mesmo ano a Central de Atendimento à Mulher (180) atendeu a 749.024 casos (1 a cada 42 segundos!). Há outros dados muito interessantes no post que você pode ler clicando aqui.

O fato é que apenas conscientizar a mulher do que é um relacionamento abusivo não basta, a vítima provavelmente sabe o que é, mas não consegue reconhecer que está vivendo um. É preciso que o agressor seja culpabilizado e que os meninos sejam ensinados que não são superiores às meninas. É preciso que os pais não estimulem certos tipos de comportamentos e nem os protejam quando fizerem algo errado, porque do contrário haverá ainda muitas Alex por aí.


Uma das coisas que mais gostei é que, em certo ponto, Alex acabou se afastando dos melhores amigos, mas isso não fez com que eles se afastassem dela e se manteram fiéis à ela, mesmo discordando profundamente das atitudes que a garota tomava, afinal eles percebiam que aquele relacionamento não estava fazendo bem algum para ela. Foi interessante ver esse tipo de comprometimento e amizade sendo retratada.


Outro fator que me fez gostar ainda mais do livro são os personagens secundários absolutamente bem desenvolvidos e que contribuem ativamente para o desenvolvimento da narrativa e acredito que por isso mesmo a leitura não foi nada fácil. A narrativa em primeira pessoa me fez sofrer junto com a protagonista e por isso tive mesmo que dar um tempo na leitura algumas vezes, tamanha a angústia que eu estava sentindo.


O título do livro não é uma tradução fiel ao original, mas faz sentido dentro do enredo. Adoro essa capa e devo dizer que ficou muito mais incrível que a original (a de Bitter End é bem estranha!). A diagramação é bem simples e confesso que não encontrei nenhum erro de revisão no livro que tenha chamado a minha atenção o que só prova a qualidade do trabalho da equipe da editora. As páginas amareladas tornam a leitura ainda mais fluida.

Eu tenho que ressaltar que esse tipo de obra é mais do que uma leitura, é um alerta necessário para que possamos repensar certas coisas e, quem sabe assim, mudar alguns padrões de comportamento que foram aceitos durante muito tempo, mas que desde sempre estavam moralmente errados. E vamos lembrar? A culpa NUNCA é da vítima!




Título: Amor Amargo Páginas: 256 | Autora: Jennifer Brown
Tradutor:  Guilherme E. Meyer  | Editora: Gutenberg | Ano: 2015
19 jul, 2018

[RESENHA] A Escola do Bem e do Mal #2: Um Mundo Sem Príncipes

Oiii seus lindos, hoje vamos falar de Um Mundo Sem
Príncipes, segundo volume da série A Escola do Bem e do Mal (o primeiro vocês
podem conferir AQUI) que foi lançamento do ano passado da Gutenberg e que eu
estava extremamente ansiosa para ler! Esta resenha contém alguns SPOILERS do
primeiro livro, e sem mais delongas vamos ver o que achei desta obra.

Um Mundo Sem Príncipes começa com Agatha e Sophie realizando
aquilo que Agatha sonhou desde que elas foram levadas para A Escola do Bem e do
Mal: Voltar para Gavaldon, e lá ter o seu final feliz, com a certeza de que
todos os seus problemas terminaram. Mas como a vida dela não é o conto de fadas
que elas esperaram, as coisas começam a desandar.
O Storian tinha um final que as garotas não faziam ideia
para seu conto de fadas, mas quando Agatha escolhe um final diferente do
esperado para a história delas, ela acidentalmente abre os portões da Escola do
Bem e do Mal, e assim ela e Sophie são levadas de volta para o mundo dos contos
de fadas, mas ele está completamente modificado.


Agora bruxas e princesas vivem juntas na Escola para Meninas
e são inspiradas a viverem sem príncipes Tedros e os meninos, príncipes e
vilões, vivem nas antigas Torres do Mal, e uma guerra está se instaurando entre
as escolas e a única forma de Agatha e Sophie se salvarem é trazendo a paz de
volta.


Neste segundo volume temos a volta das leitoras para o mundo
dos contos de fadas, com surpresas que elas nunca poderiam imaginar. Sophie
segue na busca por ser do bem e a Agatha segue como uma fiel e amorosa amiga
que fará de tudo para ter seu final tranquilo ao lado de Sophie. E aqui temos
um ponto que vinha me incomodando desde o primeiro livro e que se tornou
insistentemente irritante neste segundo livro: QUAL A RAZÃO DE TENTAR MANTER
ALGO QUE ESTÁ FADADO AO FRACASSO?


Sério gente, a amizade das duas nunca foi uma mão dupla, era
SEMPRE, desde as primeiras páginas do livro 1 a Sophie usando a Agatha para
conseguir algo (primeiro como um projeto para parecer boa o suficiente e ser
levada pelo diretor da Escola, depois para mostras que a Agatha era má e que as
duas estavam trocadas, e por ai vai), e eu entendo que o sonho dela de ser uma
princesa sempre foi maior e isto meio que a deixou cega, mas essencialmente a
Sophie é má, só o tamanho do egoísmo dela já mostra isto.


Então entramos em outro ponto: eu queria entender qual a
necessidade que o Soman tem começar os livros mostrando uma Sophie total e
completamente fútil (não que ela não seja, porque ela realmente é movida pela
futilidade) e uma Agatha completamente submissa as vontades fúteis da Sophie (e
sabemos que a Agatha não é assim, e esta necessidade doentia de deixar ela
submissa me irrita muito) porque estas situações me fazem pensar que o autor
queria muito tornar a Sophie a personagem principal e para que isto aconteça
ele precisa apagar a Agatha, caso contrario ela irá sobressair completamente
aquela que sempre desejou ser a princesa.


E aqui entramos em outro ponto: Amizades Toxicas! Serio
gente não é só relacionamentos amorosos que são abusivos não, amizades também
podem ser e aqui temo uma Sophie completamente manipuladora, obcecada por seus
próprios desejos e sentimentos sem se importar em nenhum momento com o que os
outros estão sentindo no processo de busca dela pelas realizações. A Agatha
passa a maior parte do tempo preocupada com a Sophie, querendo que ela se torne
uma pessoa boa (quando ela realmente não é! 95% do ser dela é mal) e ai ela se
apaga e se submete as vontades e planos da Sophie só porque ela acha que a
amiga vai ficar feliz assim! A Agatha é uma ótima amiga e realmente uma pessoa
boa, mas ela é burra e deixa a Sophie fazer o que quiser e isso me mata!


A história é completamente instigante, porque tem elementos
que a todo o momento te fazem querer ler desesperadamente as próximas páginas
para saber o que virá a seguir, e tem umas reviravoltas que sinceramente me deixaram
com o queixo caído! Principalmente algo que eu tinha certeza (sim fui iludida) de
havia sido resolvido no final do primeiro livro, e ai simplesmente me apareceu
como uma reviravolta desesperadora neste volume.


Vamos falar um pouquinho sobre está capa pela qual me
apaixona! Serio gente é uma arte muito linda, e reflete de uma forma
assustadora as coisas que decorrem nas páginas do livro. E por falar nas
páginas a diagramação segue lindíssima com os desenhos (e que mão maravilhosa a
do ilustrador) no inicio de cada capitulo, seguindo o mesmo padrão do primeiro
(que eu falei AQUI), e realmente com um trabalho primoroso da editora quando a
composição e a revisão da obra.
P


Por fim é um livro bom, mas os pontos referentes a amizade da Agatha e da Sophie me incomodaram muito, e eu sempre enxerguei um grande potencial na princesa para ver simplesmente ela ser sugada por uma amizade que só ela vê. E ai no meio deste livro eu já estava tão irritada com tudo que disse a mim mesma que não leria o terceiro volume, e ai o Soman vem e me põe uma situação completamente surreal nas ultimas páginas e eu preciso mesmo ler o ultimo livro agora para saber o que ai acontecer. Mas principalmente eu espero que o terceiro livro explore todo o potencial da Agatha, e que para além de perceber que ela é realmente uma princesa, que ela seja tão incrivelmente foda como eu acho que ela pode ser.

Título: Um Mundo Sem Príncipes Série: A Escola do Bem e do Mal Páginas: 318 | Autor(a): Soman Chainani 
Tradutor(a):  Alice Klesck  | Editora: Gutenberg | Ano: 2017
16 jul, 2018

[RESENHA] Joana D’Arc

Oiii seus lindos, hoje vim trazer para vocês a resenha deste
livro de não ficção que eu estava desde o lançamento super ansiosa para ler:
Joana D’Arc: jovem, líder, bruxa, santa: a surpreendente história da heroína que
comandou o exército francês. Lançado aqui pela Gutenberg e que foi uma obra
surpreendente, porque simplesmente foi encantador, de muito aprendizado e com
toda certeza: algo que eu não esperava. Então bora conferir o que eu achei
desta obra de Helen Castor.
 


Todos conhecemos Joana D’Arc das aulas de história, aquela
mesma que comandou o exército francês em uma época em que mulheres não eram
mais do que uma reprodutora e dona de casa. Conhecemos a história de quando ela
virou uma das mulheres mais notáveis da era medieval, mas é só o que conhecemos
(pelo ou menos é só o que eu conhecia) os relatos a partir do momento em que
ela foi até o Delfim da França para dizer o que Deus havia falado com ela até o
momento em que ela foi levada a julgamento e condenada.


Nesta obra, ao contrario do que estamos acostumados, Helen
Castor faz um relato do antes da Joana que conhecemos, dos fatos que levaram ao
surgimento de Joana D’Arc tal como a conhecemos. Assim somos apresentados a uma
jovem vibrante, que enfrenta os desafios da fé e da dúvida, e que vem a se
tornar a grande personagem que conhecemos que tomou partido em uma sangrenta
guerra civil e que lutou contra os ingleses.


A um tempo atrás eu falei para vocês AQUI que tive uma
dificuldade com o livro Os Filhos dos Nazistas, porque era uma narrativa histórica
extremamente acadêmica e que acabou sendo uma leitura bem arrastada, então meio
que eu esperava encontrar isto por aqui, achei que mesmo que a história do
livro começasse 14 anos antes dos fatos que tornaram Joana D’Arc a mulher de
estudamos, seria uma leitura arrastada e bem acadêmica.


E mais uma vez a vida veio me provar que eu nasci para ser
iludida kkkk Helen Castor tem uma escrita tão leve que eu tinha que ficar me
lembrando que aquilo ali era uma história real e não uma ficção muito bem
ambientada, que o livro contava a mesma história da Joana D’Arc que eu estudei
na escola (e posso assegurar que eu teria aprendido bem mais se meus livros
escolares tivessem esta escrita),  porque
a maneira como ela narra os fatos que aconteceram é tão leve e dinâmica que as
paginas vão passando sem que você sequer perceba, e quando assusta já está no
final do livro.


Fiquei muito feliz de poder ler esta obra porque existiam
fatos que eu não conhecia ou não lembrava. Com toda a certeza o antes de Joana
aparecer para o Delfim eu não conhecia e foi muito legal entender o que levou a
França até o momento em que os anjos precisaram usar uma mulher para guiar os
caminhos da guerra (e sim eu acredito que ela falou com anjos e santos e tudo o
mais), e ai até entender o porquê de um povo que ela tanto ajudou acabar
condenando-a por bruxaria.


Foi realmente uma leitura de muito aprendizado, com
personagens históricos que eu já tinha estudado, mas que conhecia tão pouco
(aquele clássico de que só sabemos para fazer uma prova e depois nos
esquecemos) e que realmente me fez ter consciência da importância daquilo tudo
para o que somos hoje, mas principalmente me deixou extremamente encantada por
está mulher que lutou bravamente e que colocou em cheque diversas coisas de sua
época.


A edição da Gutenberg merece um destaque a parte com está
capa linda que é muito adequada a obra, uma diagramação simples, mas com
detalhes muito lindinhos em todo inicio de capitulo. Também não encontrei erros
de revisão (se tem eu não os percebi) e achei a fonte muito tranquila de ler,
bem como nossas adoráveis folhas amareladas que tornam a leitura muito mais confortável.


Por fim está é uma obra super indicada para os amantes de
história e para aqueles que gostam de uma história bem ambientada, com guerras
e tudo o mais, porque como disse lá em cima a escrita é tão suave que é fácil esquecer
que estamos lendo uma história real.

Título: Joana D’Arc Páginas: 315 | Autor(a): Helen Castor
Tradutor(a):  Cristina Antunes  | Editora: Gutenberg | Ano: 2018