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07 nov, 2017

[RESENHA] Unearthly #2: Solo Consagrado





Algum tempo atrás eu falei sobre o primeiro livro dessa série (resenha aqui) e como havia me encantado com a história de Clara e sua família. Eu devorei Solo Consagrado logo depois de ter lido Sobrenatural e só levei algumas horas para terminar o livro, mas só vim postar a resenha agora (absurdo, eu sei!).

Para aqueles que não leram o livro anterior um aviso: esta resenha pode conter spoilers dele, então se quiserem passem direto para a minha opinião para que acidentalmente não descubram nada que não gostariam de saber.

Este livro começa com  Clara extremamente confusa, todos aqueles que possuem sangue de anjo no mundo têm uma missão e eles devem cumpri-la a todo custo, mas ao salvar seu namorado ela acaba se afastando do seu propósito e, inclusive, atrapalhando o do irmão mais novo.

Mas não é só isso, quando ela acredita já ter estragado tudo eis que descobre que na verdade ela não tinha que salvar Christian, ele também tem sangue de anjo e juntos eles acabam desenvolvendo a teoria de que, na verdade, devem trabalhar juntos e assim cumprir a missão divina que lhes foi dada. Mas que missão é essa? Nenhum deles sabe.

Só que Clara está com Tucker agora, mas os sentimentos por Christian que ela acreditava já ter superado começam a voltar a tona. Isso vai se somando a várias novas descobertas sobre sua raça, sua família e outras coisas que fazem com que ela fique cada vez mais confusa. 


Novas descobertas envolvendo seu pai a colocam em um perigo sem precedentes e do qual a adolescente não pode se esconder. Novos inimigos estão surgindo, o coração de Clara encontra-se mais dividido que nunca e sua vida está prestes a virar de cabeça para baixo. Como ela pode enfrentar tudo isso sem se desviar de seu propósito?

Eu já deveria ter postado essa resenha meses atrás, ela estava aqui, parcialmente escrita desde que postei a de Sobrenatural, mas só agora decidi sentar na frente desse computador e escrevê-la de um jeito ou de outro. Bem, vocês podem perceber que funcionou.

Solo Consagrado é ainda melhor que o primeiro livro, os dramas tomam proporções muito maiores e a autora fez questão de não focar apenas no triângulo amoroso. Claro que há cenas onde o romance entre Tucker e Clara é focado e onde notamos os sentimentos de Christian pela garota, mas há também toda a preocupação dela com a mãe, o choque ao descobrir quem seu pai realmente é, o medo ao perceber que por causa de quem ela é novos e perigosos inimigos estejam atrás dela, alegria ao se encontrar com outros de sua raça. E com a narração em primeira pessoa o leitor vivencia essas emoções junto com a protagonista.

No primeiro livro eu torcia para Clara ficar com o Tucker, mas no segundo volume da série definitivamente estive no time do Christian, fico imaginando para quem vou torcer no próximo.

Li uma resenha uns tempos pra a trás no Skoob e lembro que a menina colocou que “Sobrenatural 2 é triste de doer”. Gente se preparem para muitas, mas muitas lágrimas  mesmo, porque isso vai acontecer. Em certo momento da minha leitura tive que parar porque estava soluçando de tanto chorar e isso não estava me deixando ler.

Eu acho linda a diagramação e a capa dessa série como um todo. Toda primeira folha do capítulo tem detalhes que eu poderia ficar observando por bastante tempo. As nossas capas são baseadas nas originais e eu amei isso.



Bom, esse é um dos melhores YA’s de anjos que tenho na minha estante e eu indico, principalmente para aqueles leitores de sobrenatural que querem alguma coisa mais dramática. A iD, editora da série no Brasil, acabou faz alguns anos e por isso não se tem notícias se Unearthly continuará sendo publicada, mas provavelmente você consegue encontrar ebooks com a versão traduzida por fãs dos livros.



Título: Solo Consagrado | Série: Unearthly | Páginas: 408 Autor(a): Cynthia Hand 

Tradutor(a):  Paulo Afonso | Editora: iD
17 out, 2017

[RESENHA] Unearthly #1: Sobrenatural

Sabe aquele livro que fica intocado na sua estante durante um tempão porque nunca te desperta a curiosidade e de uma hora pra outra te da vontade de ler? Pois é, foi exatamente o que aconteceu comigo e Sobrenatural! Imaginem a minha surpresa em descobrir que este livro é maravilhoso e que me encantei com suas personagens.

Clara Gardner é uma adolescente totalmente atípica: ela é uma sangue-de-anjo, ela não é só um ser mencionado na Bíblia, todo Nefilim tem uma missão, a qual nasceu para cumprir, um propósito, é como eles chamam. E como descobrir seu propósito? Bom, o sangue-de-anjo tem visões (bastante vagas, para dizer a verdade) recorrentes que vão dando informações sobre.

Clara sempre se vê andando em direção a uma floresta em chamas e encontrando um garoto de costas para ela, o qual ela presume que deve salvar das chamas. Depois de algumas visões ela acaba descobrindo onde o incêndio vai acontecer e junto com a sua mãe e irmão (o pai não mora com eles) se mudam para a pequena cidade de Jackson Hole com o intuito de cumprir o propósito.

Ao chegar à escola que deve frequentar a primeira coisa que ela vê é o carro de sua visão, uma caminhonete prata com os dizeres “AVALANCHE” na traseira e é quando a garota tem certeza de que, enfim vai ver o rosto do garoto misterioso que deve salvar. Ao sair de uma de suas aulas ela o vê e desmaia, sendo carregada por Christian até a enfermaria.

Os fatos começam a se encaixar para a sangue-de-anjo no que diz respeito ao seu propósito e Clara começa a fazer amizade com Wendy depois com Ângela, e as coisas podem se complicar um pouco quando o charmoso cowboy e  irmão de Wendy, Tucker, entra na vida dela. Uma coisa é certa: Clara deve estar na floresta e encontrar Christian lá, mas o que aconteceria se ela não estivesse lá quando devia, como sua visão mostra?

Como eu disse antes eu tinha esse livro há muito tempo mesmo e até o fim de semana passado ele nunca havia me interessado, mas como eu estava doente (e cansada!) e não podia sair da cama quando terminei a minha leitura anterior e fui buscar um novo livro pra ler na hora pensei em Sobrenatural, não por um motivo especial, só fiquei verdadeiramente curiosa sobre ele naquele momento, só posso dizer que valeu a pena cada hora de sono perdida com esse livro.

Clara é uma personagem bastante carismática, mas também um pouco chata. Acredito que como qualquer adolescente da ficção ela tenha que ter esse lado obsessiva por causa de um cara (neste caso dois!) o que é relevante. A mãe dela, Megg, é um caso à parte, em geral não sou a maior fã de mães na literatura, mas Megg realmente me cativou e ela tem um papel fundamental e de destaque o que é bem interessante, por outro lado o pai da garota apareceu por dois minutos e sumiu o resto do livro, mesmo assim Michael é um personagem do qual eu gostei, mas isso porque tenho informações privilegiadas pois já li o segundo livro.

Pois é, mas nem tudo são flores, eu detestei Jeffrey, o irmão caçula e insuportável de Clara, ele parece uma garotinha mimada, faz tudo o que quer e não se importa com as consequências, ele também não pensa em mais ninguém além dele mesmo. Ângela é uma das minhas favoritas, ela é uma personagem perspicaz e vive com a cara nos livros,  ou lendo pra se distrair ou pesquisando mais sobre assuntos que a interessam (alguém se identifica?). Durante todo esse livro eu shippei Tucker e Clara, ele é deveras muito charmoso, mas quando o Christian realmente entra na jogada as coisas mudaram, comecei a torcer para ele conseguir ficar com a garota no fim.

A diagramação do livro é muito bonita, há um diferencial em cada começo de capítulo, realmente um charme! Já a capa é bastante bonita, mas dentre as que eu vi certamente não é a mais bonita na minha opinião, ainda assim é melhor do que a imagem que está no skoob, por exemplo.


Esse é um dos melhores livros da finada iD que eu tenho na minha coleção, ele traz um conceito novo sobre anjos para a literatura que achei absolutamente interessante. O segundo livro já foi lançado aqui no Brasil, contudo o terceiro não deve ser publicado uma vez que o a editora iD fechou a alguns anos.














Título: Sobrenatural | Série: Unearthly | Páginas: 438 Autor(a): Cynthia Hand 
Tradutor(a):  Paulo Afonso | Editora: iD
02 jul, 2014

[RESENHA] Knightley Academy #1: Academia Knightley



Diferentemente de todos os outros livros que costumo ler e resenhar da iD, não tinha nenhuma indicação de que Academia Knightley seria uma boa aposta, mas toda vez que entrava no site antigo da Editora iD ele era o primeiro que chamava a atenção, como se a imagem da capa
fosse maior que a dos outros livros, então resolvi que iria apostar
nele, dar um tiro no escuro, por assim dizer. Às vezes é bom começar um livro sobre o qual nunca tenha ouvido falar, parece que descobrimos as maravilhas e que ele se torna mais nosso que de qualquer outra pessoa.



O Colégio Midsummer para
Rapazes é famoso por não aprovar nenhum garoto no exame da Academia
Knightley há cinco anos e o aluno que quebrar essa “maldição” será
lembrado por muito tempo. Quando enfim chega o dia de fazer o teste é
anunciado que qualquer garoto que residia no colégio e tivesse a idade
apropriada poderia fazê-lo, isso na verdade parece um golpe de sorte
para Henry, um empregado da escola que trabalhava durante o dia e tinha
aulas ilícitas durante a noite com o professor Stratford.

O garoto é muito esforçado,
sempre fazendo o melhor que pode, mas não tinha muitas esperanças quanto
ao seu futuro, afinal o quão alto um empregado órfão que limpa a lousa das
salas de aula poderia sonhar no fim do século XIX? Concordam comigo
quando digo que, não muito alto já que naquela época
e, talvez, até nos dias de hoje as pessoas eram julgadas por seu status.
Mas contra todas as chances é permitido a Henry fazer o mencionado exame de
admissão e, superando até seus melhores sonhos, ele passa! Isso provoca a
ira de Valmont, um aluno nobre do colégio Midsummer que desde antes já
não gostava nada muito do “empregadinho” (Valmont o chama assim). Para falar a verdade agora ele o odeia.


Mas nem tudo são flores,
tablóides vem publicando que o Chanceler Mors está proibindo  as
mulheres de frequentarem escolas, impondo um toque de recolher e
quebrando o Tratado de Longsword, o qual proíbe qualquer treinamento de
combate para alunos porque, se pensarmos bem, enquanto ninguém for
treinado para a guerra ela não ocorrerá. Esse fatos não são isolados e
influenciarão a vida do cético Henry no decorrer do livro. Os tablóides
também mostram que a Academia abriu vaga para mais dois alunos plebeus
para testar e, se funcionar, alguns plebeus vão poder entrar na
Knightley, mudando 500 anos de história.


Depois do primeiro plebeu ser
aceito, o diretor Winter decide abrir vaga para mais três, e é assim
que Adam e Rohan aparecem na estória, Adam é de uma família de
banqueiros judeus e, mesmo sendo rico, ele ainda não é considerado um
nobre. Rohan filho adotivo de um aristocrata pois sua mãe morreu logo
depois de dar a vida para ele. Ser adotado por um conde não faz dele um
nobre, pois sua mãe era uma indiana. E além dos meninos citados, ainda
temos Francesca Winter, filha do diretor, que é uma jovem muito incomum,
expulsa de quatro escolas para garotas por pura rebeldia (preciso dizer que amei ela durante a leitura?). Ela também
detesta bordar, piano, pintura, roupas, sapatos e tudo o que as meninas
de sua idade adoram me identifiquei com ela, e tem vontade de aprender exatamente o mesmo que os garotos, e com a ajuda do professor Stratford, ela vai começar a fazê-lo.


Depois das aulas começarem a
vida dos três garotos se transformam em um verdadeiro show de horrores,
eles são sabotados o tempo todo, no começo meras cartas, mas depois as
coisas começam a ficar mais sérias, a biblioteca é trancada e um deles
passa a noite lá dentro, há tentativas de assassinato e, no começo, tais
sabotagens parecem ser obra de Valmont, mas isso é mal de mais até
mesmo para ele e então os garotos começam a desconfiar que é alguém mais
poderoso quem está por trás de tudo.


Eu realmente adorei o livro,
narrativa envolvente, enredo completamente novo, a época da escola, o
contexto: tudo me fez gostar ainda mais dele. Preciso ressaltar que se
você procura romance no livro em questão, não vai achar um que lhe
agrade, pois ele é inexistente, no máximo uma paixãozinha não
correspondida entre Adam e Frankie, e com certeza não é o foco do livro,
mas se procura algo novo pode apostar na obra de Violet.


Não tenho muitas reclamações a
fazer, não achei nenhuma palavra errada, os cenários são descritos
muito bem, as cenas são empolgantes, mas a autora esquece de que é
necessário que todos os personagens tenham um vocabulário
adequado e não apenas dois ou três, essa é a única reclamação que tenho,
no mais ele é muito bom.


Sei que o mais importante do livro é o conteúdo, mas a diagramação e o acabamento são maravilhosos, como sempre a iD fez um trabalho de fazer qualquer admirador babar, e ter um livro com
conteúdo agradável e bonito não vai contra as regras! Abaixo estão as capas
nacional e uma que eu não sei de onde é
acho que é a americana, eu prefiro a nossa milhões de vezes!

Ahh e mais uma coisa que eu
gostei nesse livro é que ele não termina com quinhentos milhões de
pontos em aberto como vários outros e mesmo assim mal posso esperar para
ler The Secret Prince, livro que da continuação a essa trilogia, e que infelizmente ainda não tem uma data para ser lançado aqui no Brasil, e olha que esse primeiro livro foi lançado a anos!



Título: Academia KnightleySérie: Knightley Academy | Páginas: 415
Autor(a): Violet Harberdasher  | Editora: iD
17 abr, 2012

[RESENHA] Blue Bloods #2: O Baile De Máscaras





Com o lançamento do terceiro livro da série Blue Bloods no mês passado, achei que seria muito legal poder compartilhar a minha opnião com vocês sobre o segundo livro e aí quando terminar de ler o terceiro fazer o mesmo, acho que isso não demorar muito.


No segundo livro da série Schuyler e seu melhor amigo, Oliver, vão para Veneza à procura do o avô da garota, que de acordo com sua falecida avó, é o único que pode ajudá-la vencer as criaturas mais temíveis e cruéis do seu mundo, os Sliver Bloods, Blue Bloods que se corrompream buscando poder, somente um Sliver Blood pode por fim à existência de um Blue Bood. Quando finalmente encontra seu avô, Schuyler vê todas as suas esperanças cairem por terra, seu avô não quer ajudar.

Quando Schuyler volta para Nova Iorque descobre que a detestável Mimi Force e sua melhor amiga, Bliss, estão ajudando com a preparação do Baile dos Quatrocentos, envento onde os jovens Blue Bloods serão apresentados a toda sociedade de vampiros. Mimi também planeja um baile de máscaras que acontecerá depois do evento exclusivo e nesta segunda festa surge um misterioso garoto, que mais tarde nós descobrimos quem é. Novos acontecimentos e uma chegada inesperada pode ajudar a adolescente a resolver os mistérios que cercam essa sociedade secreta.

Assim como o primeiro livro, a estória ainda podia ser desenvolvida melhor, sem o uso de tantas descrições de marcas de roupas, sapato, bolsa, quem usou, ou quem já vestiu algo parecido, ou o nome do estilista que fez… Enfim, acho que ela podia enxugar um pouco muito mais o enredo o livro e focar no que importa a trama , a parte realmente boa do livro só começa depois da página 100, o que para mim é um tremendo desperdício.

Blue Bloods – O Baile De Máscaras é um pouco melhor que o primeiro livro, já que não há tantas descrições nada necessárias e o fato de ter novas personagens a narrativa fica mais interessante, mas não é muito melhor que o anterior, então não crie tantas expectativas.

O final do livro é bem frustrante, bem típico de novela, quando o marido chega em casa e está com a mão na maçaneta da porta, enquanto a mulher está o traindo (não que termine assim, só um exemplo) o problema todo é que eu adivinhei um monte de coisas que acontecem bem antes de ler, e não me fez viver aquele turbilhão de emoções que eu adoro sentir quando estou “devorando” um livro.

O trabalho que a iD fez ficou especialmente bonito, eu amei a capa do livro e definitivamente é melhor que a original, que a meu ver ficou estranha e muito feia, não estou brincando, faça você mesmo(a) a comparação


Apesar de eu ter gostado do livro, assim como o primeiro ele merece três estrelas, espero que continue melhorando, quero poder dar cinco estrelas em alguma resenha e, sinceramente, poderia muito bem ser no próximo.











Título: Vampiros de ManhattanSérie: Blue Bloods
Livro: #2
Autora: Melissa De La Cruz
Páginas: 335
Tradutor (a): Rafael Spigel
Editora: iD

11 jan, 2012

[RESENHA] Blue Bloods #1: Vampiros de Manhattan



Faz bastante tempo que li este livro, em abril do ano passado, para ser mais exata, mas já tinha vontade de lê-lo muito antes disso, mas acabava sempre comprando outro e como havia recebido o segundo livro tive que pegar e ler!


Vampiros de Manhattan nos apresenta Shuyler de quinze anos aparentemente normal, é só aparentemente mesmo, porque nossa querida protagonista descobre, no decorrer do livro que ela é diferente das outras pessoas, ela tem sangue azul, literalmente falando. Isso porque ela é uma Blue Blood, ou para que todo mundo possa entender, ela é uma vampira (mais ou menos, revelações do livro dois), mas ela não descobre assim tão facilmente, Shuyler começa a perceber que manchas azuis aparecem em sua pele branquíssima, sua avó começa a falar de maneira diferente, dando pistas vagas sobre o que ela realmente é e, pasmem, que o cara mais legal da escola está notando-a, tudo isso tem uma ligação. Sangue.


Algumas coisas estranhas acontecem e isso acaba culminando no convite para que a garota participe do Comitê de Banco de Sangue de Nova Iorque, uma instituição de caridade de fachada, que serve na verdade para ajudar na instrução de novatos, contar para eles como são na realidade. É assim que Shuyler Van Allen descobre a verdade, como é a mecânica o mundo do qual faz parte, é assim que descobre como é que “funciona” a imortalidade dos Blue Bloods, com o sangue eles podem ativar as memórias de vidas anteriores.


Neste livros, vampiros são anjos caídos, aqueles que se revoltaram contra Deus e foram expulsos do paraíso, para continuarem vivos, tais criaturas precisavam de sangue humano, precisavam matar os Red Bloods (humanos), mas com o intuito de talvez um dia voltarem Blue Bloods são proibidos de drenar um humano, contudo corpos de vampiros tem sido achados completamente secos, e é dessa forma que a srta. Van Allen descobre que sua raça é vulnerável, que está sendo caçada, e que precisa fazer algo para impedir que mais mortes aconteçam.


Vampiros de Manhattan poderia ser uma história espetacular, pois é, poderia. No começo eu até conseguia relevar, mas com a evolução da história se tornou insuportável o fato da autora ser descricionista demais acaba por fazer a narrativa se tornar monótona. Melissa De La Cruz passa a maior parte do tempo descrevendo marcas de tudo quanto é possível, salões, lustres e edifícios do que prorpiamente focada na história. O fato de ter deixado algumas pontas soltas não significa nada, pois os mistérios desse livro não me abalaram nem um pouco, é como se eu já soubesse o que ia acontecer mesmo antes de ler, o que significa que é previsível. Só quase na metade do livro é que fiquei um pouco mais ávida pela leitura, a obra poderia ter sido muito “enxugada” pela autora antes disso.


Eu já li o segundo livro (em breve resenho aqui) e ele melhorou de forma considerável, mas ainda tem algumas coisas irritantes, de forma que, algumas pessoas dizem que a série é muito boa, mas eu não sei se é assim tão boa, a Melissa teria que melhorar muito a forma como escreveu os dois primeiros. A Editora iD vai lançar o terceiro livro ainda este ano, vamos ver como ele evolui, mas o que posso dizer é que tenho o pé atrás com essa série, isso sendo generosa.


O primeiro livro de Blue Bloods leva três estrelas, mais por causa da capa, que é linda demais, da diagramação e pela inovação, do que propriamente pelo contúdo que deixou a mim muito decepcionada.











Título: Vampiros de ManhattanSérie: Blue Bloods
Livro: #1
Autora: Melissa De La Cruz
Páginas: 336
Tradutor (a): Rafael Spigel
Editora: iD