Posts arquivados em Tag: Editora Intrínseca

28 maio, 2019

[RESENHA] Quem Era Ela

 
Oiii, gente!!! Vim contar para vocês sobre o livro Quem Era Ela, um thriller psicológico publicado em 2017 sob o pseudônimo de JP Delaney, pela Editora Intrínseca. Bora saber mais sobre essa incrível obra? Continue lendo.
 

Continue lendo

14 fev, 2019

[RESENHA] Para Todos Os Garotos Que Já Amei #2: P.S. Ainda Amo Você

Oii seus lindos, demorei, mas cheguei com a resenha de P.s. Ainda Amo Você, segundo livro de Para Todos os Garotos que já Amei (vocês podem conferir a resenha do primeiro livro AQUI e do filme AQUI) este amorzinho de trilogia que vem a cada dia ganhando mais e mais corações, graças a adaptação da Netflix. AVISO: Esta resenha contém spoilers do primeiro livro. Então para saber o que eu achei do segundo volume é só continuar lendo!

Continue lendo

08 nov, 2018

[RESENHA] Para Todos Os Garotos que já Amei #1

Oiii seus lindos, demorei, mas finalmente li e vim contar para vocês o que eu achei do livro Para todos os garotos que já amei, lançado aqui no Brasil pela Intrínseca. Na época do lançamento do filme eu assisti e contei para vocês AQUI que eu fiquei completamente apaixonada pela adaptação e que estava mais do que ansiosa para poder ler o livro. Então hoje eu vim contar para vocês o que eu achei da história do livro e se suprimiu minhas expectativas em relação ao filme, então para saber o que eu achei continuem lendo.

Continue lendo

17 maio, 2018

[RESENHA] Fifty Shades #2.5: Mais Escuro

Foto por: Lendo e Esmaltando

Oiii seus lindos, voltei para falar para vocês sobre o
segundo livro da saga de Fifty Shades, Mais Escuro, livro este que eu já suspeitava
que viesse (falei isto na resenha de Grey AQUI) e eu estava realmente ansiosa
para conhecer a versão do Christian dos fatos de Cinquenta Tons mais Escuros,
então bora conferir o que eu achei (A resenha contém SPOILERS das versões
anteriores).
 

Neste livro temos a versão do Christian quanto aos fatos
ocorridos no segundo livro da saga (vocês podem conferir a resenha AQUI) então
temos como Grey reagiu a separação deles, como ele decidiu ir atrás de Anastácia
e tentar reconquista-la e depois disso como ele reagia a volta e como ele vive
um relacionamento que é total e completamente diferente de tudo o que ele já
viveu.

Na resenha de Grey eu disse como estava total e
absolutamente desejosa que a E.L. James escrevesse a versão do Christian sobre
os fatos de Cinquenta Tons Mais Escuros, porque é o meu livro preferido da
trilogia principal e porque existem fatos (como o Christian se colocar como
submisso para a Ana) que eu realmente queria ver do ponto de vista dele, então
eu fui completamente empolgada e ansiosa conferir esta leitura e? Que decepção!

Os pontos que eu queria ver sob o olhar do Christian foi
totalmente obscurecido pela personalidade que a Ana tinha em Cinquenta Tons de
Cinza (vocês não leram errado, é aquela Ana idiota e insegura do primeiro livro
mesmo), eu entendo que a ruptura que eles tiveram ao final do primeiro livro
reforçou um pouco dos traumas que o Christian tem, mas sinceramente, qual a
necessidade de empregar nela a personalidade insegura que a Ana tinha? Em
algumas partes eu fiquei ate esperando o surgimento de um deus interior.

Tudo o que a Ana faz na cabeça do Christian é um indicativo
de que ela irá largar ele, mesmo ela dizendo um milhão de vezes que o ama e que
não importa o que aconteça ela estará lá. Gente ele é um personagem forte,
dominador e psicologicamente doente? Sim, mas ainda assim é forte! E pelo que
eu li na versão da Ana e na versão dele, ela lidou com a separação e a volta
infinitamente melhor, e olha que eu achei ela bem irritante neste quesito.

Tem partes que realmente foram interessantes e que me
mostraram exatamente o que eu queria ver quando li Grey, mas honestamente:
estas partes não compensaram o chororó que o Christian tem internamente por
medo da Ana largar ele de novo, eu fiquei sufocada com esse medo todo e achei
ele bem mimizento.

A escrita da autora continua a mesma, fluida e bem tranquila
de ler, não achei erros de revisão, e como li em ebook não posso falar muito
mais sobre a edição. A única coisa que realmente me incomodou foi a
transformação da personalidade do Christian em um misto de todos os traumas que
ele já com o tom de insegurança da Ana quando ela ficava se perguntando porque
ele tinha escolhido ela.

Enfim para quem gosta da saga é uma leitura meio frustrante
(pelo ou menos foi para mim), mas de toda a forma vale a pena conferir porque é
uma visão diferente da Ana, uma vez que ela em cinquenta tons mais escuros
lidou de outra forma com tudo (uma forma bem melhor, mas ainda assim
diferente), então meio que da um parâmetro maior do que é a relação do casal.

Título: Mais EscuroSérie: Fifty Shades Páginas: 496 | Autor(a): E. L. James
| Editora: Intrínseca | Ano: 2018

Fifty Shades
Cinquenta Tons de Cinza| Cinquenta Tons Mais Escuros| Cinquenta Tons de Liberdade | Grey | Mais Escuro 


13 fev, 2018

[RESENHA] Os Legados de Lorien #2: O Poder Dos Seis



Desde que terminei o primeiro livro da série estava muito ansiosa para ler esse livro, então não é segredo para ninguém o quão louca por essa série sou, uma das minhas favoritas, não supunha que o segundo pudesse fazer com que Os Legados de Lorien fosse ainda mais atrativo para os meus olhos, mas o fez e como!  

O Poder dos Seis começa onde Eu Sou O Número Quatro  (vocês podem conferir o que achei AQUI) parou, não nos dando tempo para especulações sobre o que poderia ter acontecido, mas agora John não vai narrar o livro sozinho ele divide o holofote com Marina, a Número Sete, que está no interior da Espanha, trancafiada em um convento com sua cepam, que por sua vez se resignou e não quer mais saber da batalha que está por vir. Mas Sete tem outros planos, assim que completar 18 anos, idade que deve escolher entre ficar no convento e se tornar uma das irmãs ou sair de lá, e ela certamente escolhe a segunda, quer sair, treinar, se preparar para combater os Mogadorianos.

Ela vem monitorando tudo o que acontece com John Smith e não lhe restam mais dúvidas de que ele é um dos nove Garde que vieram para a Terra e que ele está tentando encontrar os outros, mas não é uma tarefa fácil para ele por agora ser considerado um terrorista muito perigoso, o que significa ter que se manter discreto e isso para alguém que tem super poderes aos quatorze anos de idade pode ser uma tarefa bem difícil.

A parte narrada por John nos faz entender melhor tudo o que ele, Sam, Seis e Bernie Kosar (que é uma das minhas personagens favoritas), além de se afundar na história da Número Seis, algo que me agradou porque senti muita falta disso no primeiro volume. Nós entendemos que a vida da garota não foi nada fácil desde que ela e sua guardiã responderam a uma mensagem na internet, o que acabou por se mostrar uma ideia muito idiota e fez com que os Mogs as perseguissem culminando na morte da cepam.
Marina tem poderes espetaculares e a capa desse livro tem tudo a ver com um dos legados dela, que acho que superam até os da Seis! Com o acréscimo de novos personagens e situações que surpreendem a qualquer um, o que fez com que cada minuto longe do livro me deixasse com uma curiosidade incontrolável.

Reviravoltas acontecem quase que cada vez que viramos as páginas do livro, cheio de ação e novas descobertas sobre o passado dos habitantes do planeta Lorien. Em geral consigo prever o que vai acontecer nos livros, mas no segundo livro da série Os Legados de Lorien isso foi impossível, cada vez que avançava na leitura ia ficando ainda mais inebriada pela forma como os autores conseguiram construir e amarrar toda a narrativa.

Enquanto a parte narrada pelo John faz com que a adrenalina corra solta por nossas veias, as narradas pela Marina nos fazem ter um momento de relativa paz pois sua história está sendo apresentada a nós, assim como aconteceu no primeiro livro com o próprio John, mas isso não faz das partes narradas por Sete serem tediosas, muito pelo contrário, foi muito bom eles terem colocado dessa forma, pois nos dá um tempo para “respirar e recompor”.

A diagramação é bem especial, a Intrínseca mudou a letra para diferenciar ainda mais os capítulos narrados pela Marina e pelo John, nada muito gritante tem que ter bastante atenção para reparar isso. Preciso deixar bem claro que não gostei da capa e vou além, essa história de ter capa tie in não me convence de jeito nenhum, deixa a série (no caso) bagunçada e não parece série, além do mais pôster de filme devia ficar bem longe da capa dos livros, aprendam a separar as duas coisas editoras, quase nenhum leitor gosta disso! 

Achei por bem não ficar falando muito sobre a estória em si, para não soltar um big spoiler para todo mundo, o que para esse livro poderia ser qualquer coisa. Mas antes preciso ressaltar algumas coisas, as cenas mais divertidas ficam por conta do Sam o nerd que também tem todo o seu charme e que mesmo estando ausente 95% do livro, a insuportável Sarah, consegue cometer erros pra deixar qualquer um louco.











Título: O Poder dos Seis | Série: Os Legados de Lorien | Páginas: 320 
Autor(a): Pittacus Lore Tradutor(a):  Débora Isidoro | Editora: Intrínseca
OS LEGADOS DE LORIEN

Eu Sou O Número QuatroO Poder dos Seis | A Ascensão dos Nove | A Queda dos Cinco | A Vingança dos Sete | O Destino da Número Dez |  Unidos Somos Um |


19 dez, 2017

[RESENHA] Os Legados de Lorien #1: Eu Sou O Número Quatro


Anos atrás quando fiquei sabendo que a Intrínseca publicaria no Brasil a série Os Legados de Lorien fiquei eufórica, aguardava o livro como uma criança espera pela visita do Papai Noel na noite de Natal. O meu grau de ansiedade foi tanto que li o livro em inglês (é estava desesperada!). Mesmo assim queria saber se seria feito um trabalho bom na tradução e como ficaria o livro aqui no Brasil, além do mais, o I Am Number Four era emprestado, eu queria o meu exemplar.

Nove crianças alienígenas dotadas de poderes especiais e seus respectivos “guardiões”, vêm para a Terra, em busca de proteção, pois seu planeta, Lorien, estava sendo atacado pelos Mogadorianos, uma raça que buscava consumir seus recursos naturais, mas antes eles teriam que exterminar todos os lorienos.

Antes de saírem de seu planeta natal, um feitiço é lançado por um dos anciões e cada um dos pequeninos recebe um número, isso para que eles fossem protegidos e, consequentemente, assegurassem, da melhor maneira possível, a continuação de sua raça. Desde que estivessem separadas, tais crianças só poderiam ser mortas na ordem de seus números.

O foco do livro está no número Quatro descoberta do milênio! ou John Smith, o nome que ele usa no decorrer de todo o livro, em sua evolução, na descoberta de seus legados, em seu treinamento e em sua relação com seu guardião, Henri. John tem apenas quinze anos de idade e plena consciência de que o futuro de sua raça está nas mãos dos seis que restaram. Eles precisam se aprimorar, porque a batalha não acontecerá num futuro muito distante.

Como eu já disse, apenas seis estão vivos, o que quer dizer que o próximo da lista é nosso protagonista, e por isso já nas primeiras páginas vemos ele e seu tutor se mudando para Paradise uma cidade pequena no estado de Ohio, e é lá que ele vai conhecer seu futuro melhor amigo, Sam Goode, a garota por quem vai se apaixonar perdidamente, Sarah Hart e um outro garoto, Mark James, que aliás é ex-namorado de Sarah e um grande encrenqueiro no começo da estória.

A forma como foi escrito (no presente) torna-o muito mais imediatista e a narrativa (espetacular!) é algo que me fez não querer dormir, comer, ir à aula ou qualquer outra coisa que pudesse interromper a leitura e isso, meus amigos, é algo que só aconteceu antes duas outras vezes. O melhor de tudo, para mim, é que eu estava cansada de ler apenas romances sem nenhuma ação, e ela é algo presente em 99% das páginas desse livro.

Só para variar minha personagem favorita não é a principal, o nome dela é Seis. Ela é a mais foda de todos nesse livro, e não estou falando apenas dos seus superpoderes, que aliás são os melhores, mas a capacidade de raciocínio que ela tem, e todo seu treinamento foi feito por ela, pois sua guardiã foi morta por Mogadorianos a algum tempo.

Não estou me lembrando de nenhum ponto negativo que tenha me chamado a atenção e só tenho elogios a dar para a tradutora Débora Isidoro, seu trabalho foi primoroso e eu poucas vezes li uma tradução tão boa quanto a que você fez. Não poderia deixar de ressaltar isso de forma alguma, pois todos merecem receber os devidos créditos pelo trabalho realizado.

Não gosto de capas tie in, para mim editora nenhuma deveria usar o cartaz do filme na capa do livro, afinal eles são independentes um do outro, não são? A capa original me faz babar pelo livro, enquanto a nacional faz justamente o oposto. E o pior de tudo é que quando lançarem o segundo vai ser com a capa original, já que o filme não estará nem perto de ser lançado, aí a série vai ficar uma bagunça!



Acho que além disso eu só tenho que dizer que em uma certa parte do livro eu realmente chorei, de soluçar, e isso foi interessante. Por tudo que contei a vocês é fácil notar que essa estória agrada a todos porque é um livro enérgico, mas também contem um pouco de romance e drama. Acho que eu só poderia dar cinco estrelas para Eu Sou O Número Quatro














Título: Eu Sou O Número Quatro | Série: Os Legados de Lorien | Páginas: 352
Autor(a): Pittacus Lore | Tradutor(a):  Débora Isidoro | Editora: Intrínseca


OS LEGADOS DE LORIEN

Eu Sou O Número Quatro | O Poder dos Seis | A Ascensão dos Nove | A Queda dos Cinco | A Vingança dos Sete | O Destino da Número Dez |  Unidos Somos Um 

24 ago, 2017

[RESENHA] Fifty Shades #1.5: Grey



Oiii seus lindos, a um tempinho atrás nos finalmente terminamos as resenhas da trilogia Cinquenta Tons, mas para vocês não dizerem que eu estou enrolando e deixando de falar de tudo sobre esta serie (sim série porque eu estou sentindo que este não será o último livro rs) aqui estou para contar para vocês quais foram as minhas impressões sobre Grey.

Neste livro nos temos a história Cinquenta Tons de Cinza, mas desta vez pelos olhos de Christian, acompanhamos um pouco da vida do Sr. Grey antes Ana entrar em seu escritório os momentos em que eles não estão juntos. Tenho de admitir que gostei muito mais de Grey do que de Cinquenta Tons de Cinza.


A minha preferência pela narração dele é bem simples: detesto o ponto de vista da Ana com aquela deusa interior fabricada pelo capeta (a ideia daquela deusa é tão ridícula só pode ser inspiração do capiroto!) e com a narração do Christian não tem (apesar de ele chamar a Ana de deusa em pensamento uma ou duas vezes, fico imaginando se a E.L. James realmente tem uma amor especial com essa palavra) e apesar de todas as inseguranças que ele tem, por conta de seus problemas psicológicos (fica mais fácil entender tudo depois de ler os outros três livros!) ele não é mimizento igual a Ana e isso é um super ponto positivo.


Existem elementos neste livro que obviamente não tem nos outros (porque não tem como a Ana saber o que se passa na cabeça dele)o que torna a narrativa dele interessante ainda que já se conheça o final. O livro ficou grande sim, tem pontos chatos sim (afinal é a história do primeiro livro, então tem que ter partes chatas porque o primeiro livro as têm!), mas eles acabam sendo irrelevantes por conta do resto da história, mas principalmente pela maneira nova que ela está sendo contada aqui.

Queria muito que a E.L. James escrevesse Cinquenta Tons Mais Escuros a partir do ponto de vista do Christian, porque  acredito que este sim é o livro que nos merecíamos ter a versão dele da história pois nele houve uma série de situações e revelações onde fiquei me perguntando o que de fato ele sentia durante aqueles momentos e como aquilo o afetava realmente. 

Então o que posso dizer a vocês é que é um livro que vale a pena sim, especialmente se você gosta da trilogia, mas se você continuar acreditando que seja chato ler a mesma história de novo, lembre-se de duas coisas: uma mesma história possui dois pontos de vista, e aqui conhecemos as motivações do Christian (que são apenas imaginadas ou interpretadas pela Ana!) e que a deusa interior não aparece aqui.












Título: Grey | Série: Cinquenta Tons Páginas: 528 | Tradutoras: Adalgisa Campos da Silva, Maria Carmelita Dias, Julia Sobral | Autor(a): E.L. James | Editora: Intrísseca
14 jul, 2017

[RESENHA] Fifty Shades #3: Cinquenta Tons de Liberdade



Oiii
seus lindos, como promessa é divida, aqui estou eu para contar para vocês o que achei de Cinquenta Tons de Liberdade (você pode ler a resenha do primeiro clicando aqui e do segundo aqui) e  antes do terceiro filme, mas já aviso que
esta resenha contém spoilers dos livros anteriores (especialmente do segundo!),
e já adianto que meu amor por ele não é tão grande assim e no decorrer deste texto voou explicar o porquê.

Em
Cinquenta Tons de Liberdade temos o nem tão esperado assim, casamento de Ana e
Christian, e a história deles aparentemente segue para o “felizes para sempre” de todo conto de fadas, mas com o acréscimo lua de mel incrível e a volta com um
bom emprego e a nova rotina do casal, no entanto todos aqueles que se sentiram pessoalmente
atingidos pelo relacionamento dos Grey tornam a aparecer neste livro para
tornar a vida do casal uma desordem total.


Afora
os problemas que todos os casais normais tem, e mais aqueles da superação de
dificuldades deles, Ana e Christian ainda tem de superar os boicotes dos antes
conhecidos e agora inimigos, e mais um ponto por um incidente (causado
obviamente pela lerdeza da Ana) que trás um agravante a todas as situações
ruins que se desenrolam.
Bom
para começar Cinquenta Tons de Liberdade e todas as dificuldades pelas quais o casal
principal passa poderia ter sido vividos em Cinquenta Tons Mais Escuros, o que mais me incomoda é neste volume é que ele é completamente desnecessário e a autora simplesmente passa páginas e mais páginas enrolando, ainda que o segundo livro ficasse maior, seria menos pior do que um
livro com está quantidade de páginas e pouco conteúdo realmente relevante para
a história.
Não
me levem a mal, eu gosto da história do livro, mas das partes que realmente
importam
, pois neste ponto da história as inseguranças da Ana são completamente
irritantes porque ela já casou com o cara, não precisa ficar se perguntando o
que ele viu nela né? Coopera comigo! E então vem os conflitos em que ela se sai
bem, mas continua sendo irritante, de longe Cinquenta Tons de Liberdade é o livro em
que Ana está mais irritante isso porque nem falei da deusa interior! Para ser bem sincera, é
ridícula em todos os níveis em todos os livros.
De
um modo geral o livro é bom por conter aquele final de “felizes para
sempre” que já é esperado e pela maneira como toda a história se fecha,
mas volto a dizer que realmente acredito que não era necessário um terceiro volume para
encerrar a saga do casal.  Então vale a pena ler porque já que chegamos até
aqui precisamos saber como a história termina (apesar da previsibilidade dela!), e quando a Ana estiver muito
chatinha e vocês quiserem agredir ela, respirem fundo, bebam água e sigam a
história até o final (ainda que seja mais pelo Christian do que por ela!) vai acabar valendo a pena.






Título: Cinquenta Tons de Liberdade | Série: Cinquenta Tons de Cinza 
Páginas: 544 | Autor(a): E.L. James | Editora: Intrínsseca
18 maio, 2017

[RESENHA] Fifty Shades #2: Cinquenta Tons Mais Escuros



Oiii
seus lindos, a muito tempo atrás eu fiz a resenha de Cinquenta Tons de Cinza (que
vocês podem conferir aqui
), mas esqueci de fazer da sequencia (que vergonha Aninha :O), então para ficar bonitinho e para vocês saberem o que eu achei desta
sequencia que bombou no mundo inteiro, vim contar um
pouquinho desta história e do porque é o meu livro preferido desta trilogia
(Sim eu adoro a trilogia, me julguem!), e como esta é a sequencia do primeiro
livro, já aviso que possivelmente teremos alguns SPOILERS.


Em
Cinquenta Tons Mais Escuros temos a volta do relacionamento de Anastásia e Christian,
desta longaaa separação (que não chegou a uma semana) e todo o processo do
nosso nem tão mocinho assim em um cara que quer deixar de lado os gostos
estranhos (para não dizer outra coisa) e querer viver um relacionamento que
para ele é estranho, mas que para o mundo (acredito eu) é normal, e assim temos
uma espécie de redenção, em que ele descobre que não precisava daquilo, ele
somente não conhecia nada diferente (é tipo quando a gente usa só um tipo de
shampoo, mas ai testa um outro e descobre que o cabelo fica bem melhor com o
novo produto), e ai vemos Chirstian em um processo de tentar reconquistar Ana,
e aqui temos uma Ana não tão submissa (pra não dizer idiota mesmo) e que mostra
para o que ela que e espera do relacionamento deles.

Neste
livro nos compreendemos as atitudes de Christian no primeiro livro, e
entendemos de uma maneira clara o real motivo de ele gostar de bater em
mulheres morenas e de ter se encontrado no estilo de vida que Ellena (Mis.
Robnson) apresentou a ele, bem como o porquê de ele não suportar ser tocado (embora
já dê a entender no primeiro livro, toda a historia se encaixa aqui). Alguns
conflitos surgem no meio do caminho e de uma maneira bem interessante todos os
fatos são apresentados de maneira fluida e de fácil compreensão.
Como
eu disse este livro é o meu preferido, se eu tiver que pegar algum livro para
ler da trilogia com toda certeza será ele, pois a analise psicológica (sim eu
fiz uma a minha maneira) e a maneira como apesar de Christian ter gostos
“peculiares” ele aceita deixar isto de lado em nome do que ele quer,
e a maneira como a Ana se mostra mais madura (sim é um amadurecimento relâmpago,
levando em conta a separação de uma semana), então a história deles vira uma de
evolução, eles crescem em diversos aspectos juntos.
Para
ser bem sincera é a velocidade com que o relacionamento deles anda, em um mês
eles se separam, em uma semana voltam e dai tudo rola em uma velocidade
RIDICULAMENTE RÁPIDA, e isto me incomoda muito (me incomodou no primeiro também
o namoro na velocidade da luz) porque acho irreal de mais esta rapidez toda em
relacionamentos, e não é só aqui em todos os livros isto me incomoda.
E
como estamos falando do segundo livro só agora, acho valido falar um pouquinho
para vocês o que achei do filme. Como todo mundo sabe os filmes são uma versão
mais romantizada dos livros (não tentem me convencer que nos livros o Christian
é este cara fofo e gentil que aparece no filme porque ele não é), mas no
primeiro filme a atuação da Dakota e do Jamie me incomodam muito, porque é Bela
e Edward de mais (fãs de crepúsculo não me matem por favor) e tanto nos livros
quanto nos filmes a Ana e o Christian não são assim (embora seja uma fanfic de crepúsculo,
em diversos aspectos os personagens são diferentes), e aí que veio a maior
surpresa de Cinquenta Tons Mais Escuros porque a Dakota e o Jamie deram vida aos
personagens, com expressões que eles não tinham antes e está foi uma surpresa
mais do que agradável. 



Eu adorei o filme, pois todas as cenas importantes do
livro apareceram lá (somente uma do aniversário do Christian é que foi
modificada pelo que eu me lembro), mas algumas das cenas que eu estava muito
ansiosa para assistir e aí eles não fizeram como eu imaginava (não sou
roteirista, mas eu imaginei a cena e queria que ela fosse assim! Me deixem rs),
mas de uma forma geral eu gostei muito do filme, mais do que do primeiro rs. D
aqui
a um tempinho eu venho contar para vocês o que achei de Cinquenta Tons de Liberdade, e
prometo vir antes que lancem o filme rs.







Título: Cinquenta Tons Mais Escuros | Série: Cinquenta Tons de CinzaPáginas: 512
Autor(a): E.L. James | Editora: Intrísseca
04 maio, 2017

[RESENHA] A Menina Que Roubava Livros



Oi seus lindos! Hoje nos
vamos falar um pouquinho sobre A Menina Que Roubava Livros, que eu já li há
muito tempo e não tinha vindo aqui falar pra vocês, mas o importante é que nunca é tarde para compartilhar com os leitores do blog o que eu achei deste livro e de como ele se tornou um dos meus preferidos,
com uma das minhas citações preferidas, afinal
“quando a morte conta uma
história, você deve parar para ler”.




A morte não costuma se afeiçoar
a humanos, ela simplesmente vem quando é a hora deles e os leva, por mais
interessantes que tenham sido suas vidas, ela não se importa, só quando
chega o momento de leva-los . Porém as coisas mudam um pouco para Morte, quando
em uma viagem de trem em que a mãe comunista (que está sendo perseguida pelo
nazistas) de Liesel Meminger leva a garota e o irmão para um casal do subúrbio alemão
criá-los em troca de dinheiro.



O garoto morre no trajeto e é
enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma
série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a
família é esta obra, que ela ainda não consegue ler. E é aí a morte se afeiçoa a
pequena ladra de livros.

Liesel acaba por compensar seus
medos e solidão nas noites de convivência com seu pai adotivo, um pintor de
parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas
da mãe adotiva, ela canaliza suas urgências para a literatura. Em tempos que o
controle nazista queima livros julgados inadequados a seus propósitos, a menina
os furta, ou os lê escondida na biblioteca do prefeito da cidade, sob a vigilância
da esposa do mesmo.

Em meio a pseudo-realidade
criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra, ela assiste à eufórica
celebração do aniversário do Führer pela vizinhança, teme a dona da loja da
esquina, colaboradora do Terceiro Reich , faz amizade com um garoto obrigado a
integrar a Juventude Hitlerista, e ajuda o pai  adotivo a esconder no porão um judeu que
escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

De um modo geral as histórias
que falam um pouco ou que se passam em tempos de guerra tem o costume de apresentar um pouco mais do mesmo, sob olhares diferentes ou talvez somente com uma mudança
de palavras, mas no fim a história não possui nada inovador, e este foi
exatamente o meu pensamento quando eu 
peguei A Menina Que Roubava Livros para ler e descobri que a história se
passava em 1943. Que doce ilusão a minha, simplesmente o livro não era nada do
que eu esperava e superou completamente as minhas expectativas.

Liesel é uma garotinha comum,
com medo do que pode vir a acontecer, que perde o irmão e se vê separada da mãe
por culpa de Hitler (quem a propósito ela odeia secretamente!)  e que se descobre com um amor e um fascínio
por livros após do enterro do irmão que é sem dúvida alguma comovente. Junte tudo
isto ao fato de estar indo morar com um novo casal que ela nunca viu e que a
partir daquele momento ela deve chamá-los de pai e mãe, e que a criam de uma
maneira completamente diferente da qual ela estava acostumada, é para qualquer
um surtar! E embora ela tenha seus momentos de solidão, para uma criança, ela
lida super bem com tudo.

Acompanhamos o crescimento
da menina e daqueles que estão ao seu redor, pessoas nas quais ela passa a
depositar sua confiança, seus amigos e sua nova família, e de uma maneira geral
a história faz o crescimento de Liesel passar rápido e de maneira fluida, a escrita
do Markus Zusak  é muito envolvente, de forma a
nos fazer apreciar a leitura sem interrupções para tentar entender o que está
acontecendo.

Facilmente se tornou um dos
meus livros preferidos, por ser uma história comum, de pessoas comuns vivendo
em uma época turbulenta em que o maior amigo de todos era o medo, e mostra que
apesar de tudo eles tinham pequenos momentos de felicidade.

Eu me apaixonei pela Liesel e
pelo Rody, que é aquele melhor amigo que não importa o quanto você esteja
triste, ele vai te fazer sentir bem, eles vivem bem de acordo com a realidade e
o livro não conta uma história de como as pessoas lutaram contra Hitler ou de
como a resistência fez para derruba-lo e todas estas coisas com as quais
estamos acostumados, é só uma menina vivendo o melhor que ela pode, com o
melhor que ela tem e ainda assim encantando o leitor a cada pagina com sua
força e determinação.










Título: A Menina Que Roubava Livros | Páginas: 480 
Autor(a): Markus Zusak Editora: Intrínseca