Posts arquivados em Tag: Os Instrumentos Mortais

14 fev, 2018

[BOOK TALK] Crush’s Literários

Oiii seus lindos, para comemorar o dia de São Valentin, nos decidimos fazer um TOP 5 dos nossos crush’s literários. Então aperta o play aí para saber quais são os nossos  cinco (talvez um a mair por causa de um golpe) maiores amores.



RESENHAS CITADAS

Citamos alguns livros já resenhados durante a nossa conversa, então, se você quiser conferir mais afundo a nossa opinião sobre os livros em questão basta clicar nos links abaixo!

O Ar Que Ele Respira
Raptada Por Um Conde
Vigilante
Tiger’s Saga
As Peças Infernais
Os Instrumentos Mortais


Esperamos que tenham gostado deste Book Talk e não deixem de comentar aqui qual o top 5 da lista de vocês 😀


24 jan, 2018

[GEMINIANO] O Amor Entre Os Signos


Hello, pequenos astros! E como prometido, aqui estou eu para iniciar oficialmente a minha coluna (me sinto importante ao dizer isso, então, obrigado pelo espaço chefinhas <3). Passei muitos dias pensando em como poderia começar com o pé direito, e então, como num passe de mágicas, a ideia veio na minha cabeça. Para hoje, escolhi casais tanto da literatura, quando de filmes e séries, que são de signos diferentes, e representam de alguma forma, algumas características importantes pertencentes ao seu signo.

Vale ressaltar que para a construção dessa coluna, estou levando em consideração única e exclusivamente as características de personalidades de cada um deles, e não, as datas de seus nascimentos. Então, sem mais delongas, vamos ao que interessa. Se quiser saber um pouco mais sobre o porquê das minhas escolhas clica aqui.


Atenção, vamos só ter em mente que abaixo podem ter alguns spoilers sobre os livros/filmes/séries citadas.

Blaire e Rush (Paixão Sem Limites – Rosemary Beach)

Que Abbi Glines sabe misturar muito bem um pouco de drama, romance e sexo, isso não é novidade para nenhum de seus leitores. Além disso, a construção de seus personagens me deixou bastante envolvido quando li Paixão Sem Limites, principalmente porque temos aqui protagonistas bastante diferentes, mas com ótima química, tanto na cama, quanto fora dela. Blaire, com toda sua personalidade forte, e sendo uma mulher decidida, espontânea, e até um pouco impulsiva às vezes, não me parece pertencer a outro signo solar senão Áries, e muito provavelmente tendo o astro citado anteriormente na casa 11 (casa de aquário, e das novas possibilidades) talvez?

Costumo dizer que Escorpião é um signo bastante mal interpretado, e o mesmo vale para Rush, que com sua intensidade, temperamento forte, e todo quele fogo sexual, não poderia ser de outro signo. Ainda ouso dizer que seu ascendente deve ser em Leão, e aqueles que são fãs do personagem, e leram a apresentação dos signos que fiz aqui, vão entender.

Hermione e Rony (Saga Harry Potter)

Acho que qualquer um que conhece um pouco de astrologia, ou características básicas de cada signo, não vão deixar de concordar que Hermione é pertencente ao signo de Virgem. Metódica, racional e bastante crítica em tudo aquilo que faz, a nossa bruxinha mais adorada já irritou até mesmo seus fãs mais fervorosos, e todo bom virginiano já deve ter passado por isso na vida. E com toda essa sede de saber que ela tem, não me surpreende de Mercúrio (planeta que representa nossa lado intelectual e comunicativo) estiver em Gêmeos.

Já seu marido, Rony Weasley tem uma personalidade mais despreocupada, não é muito chegado em demonstrar seus sentimentos, e adoooooora comer. Quem aí já sabe de qual signo estou falando? Sim, isso mesmo, Touro. E ainda arrisco dizer que com um ascendente em Capricórnio na casa 4 (casa de Câncer, e da segurança).

Jamie Moriarty e Shelock Holmes (Elementary)

Se tem uma coisa que eu adoro, é quando alguns programas fazem releituras de algumas obras, e nós somos presenteados com gratas surpresas. Quem aí não adorou a reviravolta em Elementary, onde descobrimos que Irene Adler era também Jamie Moriarty? A personagem tem um dom nato para ser quem ela quiser, enganando assim até mesmo o nosso querido Sherlock. Ela também possui vários lados fascinantes dentro de seu ser, além de ter um ávido gosto por saberes diferentes. Sendo assim, temos aqui uma personagem que representa muito bem alguém do signo de Gêmeos, e muito provavelmente com o ascendente em Virgem e Mercúrio também em Gêmeos.

Já o Sherlock apresentado na série, gosta como ninguém de uma aventura, é racional e analítico, além de muito resmungão. Temos aqui alguém de Capricórnio na casa 6 (casa de Virgem), muito provavelmente com ascendente em Virgem e Mercúrio retrógrado (planeta retrógrado indica certa dificuldade em alguns aspecto do signo ou da casa) na casa 3 (casa de gêmeos e da comunicação), o que explica bem sua inabilidade em interagir com algumas pessoas.

Alec e Magnus (The Mortal Instruments/Shadowhunters)

Se teve um casal bem fácil para categorizar, foi exatamente esse. Amo o Alec, e ele é uma das poucas coisas que me fizeram continuar com a leitura de Os Instrumentos Mortais, mas não posso negar que toda a sua instabilidade emocional e sua tendência a um bom drama, o categorizam como alguém do signo de Câncer. Como se isso já não bastasse, ainda ouso dizer que sua Lua (emocional) deve estar em Peixes, na casa 7 (casa de libra e dos relacionamentos), o que lhe confere a característica de se doar muito ao outro em seus relacionamentos, seja ele amoroso, ou de amizade.

Já o nosso querido Alto Feiticeiro do Brooklyn, tem o espírito livre, sabe que é bom naquilo que faz, e tem uma auto-estima digna do signo de Leão. Sabe o que é mais engraçado? Câncer é o inferno astral de Leão, então é bastante normal alguns desentendimentos dos dois, e imagino que pelo menos Vênus em ambos os mapas, deve ser o que salva.

Delilah e Colin (Qual o seu número?)

Se tem um chick-lit que eu tenho vontade de reler todos os anos, é Qual o seu número?. Ainda me lembro das ótimas gargalhadas que eu dei na primeira vez que o li, e principalmente, lembro-me como Delilah, com todo esse seu modo de levar a vida, e já preocupada em ter uma família, me pareceu ser tipicamente do signo de Libra. Além disso, pequenos astros, esse dilema de número de contatinhos que já pegou, me parece ser um drama bem libriano.

E por outro lado a gente tem Colin, aquele irlandês fofo, desapegado, que gosta de viver a vida da melhor forma possível, sem drama, sem cobranças, sendo livre e com o mínimo (pra não dizer nada) de monotonia. Cadê o pessoal de Sagitário pra se sentir representado? Hahahah.

Lola e Cricket (Lola e o Garoto da Casa ao Lado)

Se você é fã de romances clichês muito bem escritos e não leu nenhum livro da Stephanie Perkins, você tem que correr e fazer isso agora mesmo. Principalmente porque você precisa conhecer Lola, uma garota totalmente fora dos padrões, que se veste diferente de todo mundo, afinal ela não acredita em moda, e sim em trajes. Lola é sem dúvidas alguém fora da caixinha, como uma boa Aquariana. E olha que você precisa ser uma ótima aquariana para ir ao baile de formatura de Maria Antonieta.

É nessa história que nós conhecemos o fofo e amado Cricket, um rapaz totalmente ligado ao bem das pessoas que estão seu lado, principalmente da sua família. É justamente por isso que muitas vezes ele sacrifica seu bem estar pelo da irmã sem nem pensar duas vezes. Sim, pequenos astros, temos alguém aqui do signo de Peixes com Sol na casa 7 (casa de libra e da família), e Ascendente também em Libra.

Por hoje é isso. Espero realmente que vocês tenham gostado. E não se esqueçam de comentar, e principalmente, dizer o que vocês gostariam de ver nessa coluna. Mas antes de me despedir, vou deixar aqui o link da música que ouvi ao escrever essa coluna. Hoje amanheci com o humor meio Canceriano, então se preparem para sentir o impacto da música The ATeam, da Birdy.



Até a próxima, pequenos astros ;)
12 jan, 2018

[ESPECIAL] Guia Prático: Como Ler Cassandra Clare!

Oi gente! Hoje saiu o primeiro vídeo do nosso projeto sobre a Cassandra Clare (uma das minhas autoras favoritas da vida!) e para aqueles que são novos no Mundo das Sombras eis que eu trouxe um “guia prático” de como ler as obras da Cassie sem ficar completamente perdido! Nesse post também falo um pouco sobre as próximas obras dela.

Segundo a própria autora, a melhor maneira de ler seus livros é por ordem de lançamento, assim você consegue pegar os easter-eggs escondidos dentro das histórias e é por isso que vou indicar a leitura desta forma!

Continue lendo

19 set, 2017

[RESENHA] Os Instrumentos Mortais #6: Cidade Do Fogo Celestial



Faz um milhão de anos que Cidade do Fogo Celestial foi lançado e eu realmente não tinha percebido que não havia postado aqui a resenha dele! Então hoje venho aqui para fazer a última resenha da série Os Instrumentos Mortais, uma série pela qual tenho um amor impossível de acreditar, que me divertiu e emocionou por anos a fio. Ainda estou tentando me convencer de que não haverá mais livros, não porque o final deixou pontas soltas ou foi ruim, muito pelo contrário: foi divino!

Para quem vai ler a resenha saibam que ela possui spoilers dos livros anteriores! E se quiser saber o que achei de Cidade das Almas Perdidas basta clicar aqui para ir direto para a resenha!



Recapitulando os últimos acontecimentos: Sebastian foi trazido de volta a vida por Lilith que ligou a vida dele à de Jace, o que acontecia com um, aconteceria com o outro no mesmo instante. Clary, Simon, Isabele, Alec e Magnus conseguiram (com muito custo!) quebrar o feitiço e agora todos eles estão tentando deter Sebastian Morgenstern, e impedi-lo de destruir todo mundo Nephilim.


Com ajuda do Cálice Infernal, Sebastian quer transformar todos os Caçadores de Sombras em Crepusculares, que são a versão maligna da raça. Ao atacar os Institutos de várias cidades ao redor do mundo e fazer os Caçadores beberem da sua versão do Cálice, Sebastian tem conseguido aumentar substancialmente seu exército.


Para tentar deter o irmão, Clary precisa da ajuda de amigos, uma vez que a Clave está ocupada demais para prestar atenção no que Caçadorezinhos têm a dizer, por isso, quando Emma, uma jovem Caçadora do Instituto de Los Angeles, diz que ouviu que Sebastian estaria em Edom, um dos reinos infernais, ela não pensa duas vezes: decide que é pra lá que vai. Mas Jace, Simon, Isabelle e Alec não a deixariam ir sozinha.


Paralelo a isso, vemos a difícil situação em que se encontram a própria Emma e seu amigo Jules, os pais da garota foram assassinados (supostamente por Sebastian!), e agora a Clave pode decidir que é melhor ela se mudar de Los Angeles. Mas Emma Castairs não quer perder mais pessoas que ama e, como boa menina teimosa que é, vai fazer de tudo para ficar com os Blackthorn (a família de Jules!) enquanto tenta descobrir se há algo mais sobre o assassinato de seus pais.


Há mistérios a serem revelados, batalhas a serem travadas. Mentiras serão descobertas e Caçadores de Sombras e Integrantes do Submundo morrerão durante a guerra que se aproxima. É possível lutar até a morte contra sua família e amigos, mesmo que estes não sejam mais eles mesmos?


Quando termino uma série que me acompanhou durante anos a fio, acabo tendo um sentimento completamente diferente, não sei nem como explicar isso. O fim de Os Instrumentos Mortais, para mim, é equivalente ao de Harry Potter, porque amo intensamente ambas as sagas de um jeito difícil de entender. Já nem sei a quantos anos conheço e sou apaixonada por TMI, anos demais pra falar a verdade, comecei quando era pra ser só uma trilogia! Quando não havia spoilers disponíveis na internet porque nem Cidade das Cinzas havia sido lançado ainda!


Não é o primeiro final da Cassie que leio, chorei tanto em Princesa Mecânica, fiquei desesperada com os acontecimentos e como tudo tinha acontecido! E depois de meses de espera, descobri que a Cassandra Clare é mestre em quebrar meu coração em pedaços e reconstruiu só para a fazê-lo em pedacinhos outra vez. Chorei boa parte das páginas de Cidade do Fogo Celestial, mas também fiquei apreensiva e ri de algumas coisas.


Diferente de qualquer outra série, e posso dizer isso com a experiência de quem já terminou inúmeras delas, o final que a Cassie trouxe está cheio de lágrimas, risos, apreensão e esperança mais que em qualquer outro livro, mesmo os outros escritos por ela. É impossível descrever como fiquei quando finalmente cheguei ao fim, que estava louca pra descobrir como seria e ainda assim não queria terminar. Pensar que esse é realmente o fim dos livros de Os Instrumentos Mortais é uma coisa que estava temerosa desde o início.


Sei bem que haverão outros livros no mesmo universo, sei que muito provavelmente irei amá-los demais mesmo, mas é que essa série agregou tanta coisa na minha vida, não falo só dos momentos acordadas no meio da madrugada que não conseguia parar de ler, TMI trouxe pessoas novas e maravilhosas e por isso sou tão grata ao universo criado pela Cassandra Clare.


Vocês podem imaginar que estou muito ansiosa para começar a ler a trilogia The Dark Artifices (não, ainda não comecei!), que terá seu seu segundo livro lançado ainda este ano, econta a história de personagens que já conhecemos: Emma, Jules, Mark e todos os outros Blackthorns e ainda poderemos rever personagens conhecidos, mas os quais não posso citar o nome porque seria um grande spoiler dos outros livros.








Título: Cidade das Cinzas | Série: Os Instrumentos Mortais | Páginas: 532
Autor(a): Cassandra Clare Tradutor(a):  Rita Sussekind | Editora: Galera Record


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Esta trilogia se passará 25 anos depois dos acontecimentos de As Peças Infernais.


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01 jun, 2015

[RESENHA] Os Instrumentos Mortais #5: Cidade das Almas Perdidas



Os Instrumentos Mortais dispensa qualquer apresentação, certo? Então não o farei. Faz um tempo que li City of Lost Souls e, séculos atrás eu reli o livro em inglês mesmo, e há algum tempo que a Galera Record lançou Cidade das Almas Perdidas aqui e, como minha coleção está em português, decidi que só postaria a resenha depois que pudesse falar sobre a tradução feita.


Para quem ainda não leu os livros anteriores e não quer spoiler eu recomendo que passe direto para a minha opinião porque esta resenha possui informações de outros livros da série.



Depois de Lilith ser derrotada pela Marca de Caim todos haviam acreditado que finalmente teriam um tempo de paz, mas as coisas nunca são fáceis para esse grupo de amigos. Ao voltar ao terraço logo depois dos acontecimentos daquela noite Clary percebe que Jace e Sebastian, que estava morto-vivo em um caixão com fluidos demoníacos, não estão mais lá.

A Clave é imediatamente acionada e Clary precisa explicar algumas coisas que eles sabiam como o fato de seu amado namorado ter voltado da morte quando Valentim invocou o Anjo Raziel para destruir a Cidade de Vidro. Ter um Caçador de Sombras como Sebastian solto não é algo reconfortante porque ele representa uma ameaça real. 



O Conclave de Nova Iorque não pode mais manter a busca pelos dois depois de tantos dias pois acreditam que eles nem estejam mais na cidade, assim eles decidem parar de procurar, mas Isabelle, Alec, Clary, Simon e Magnus não desistiriam assim tão fácil de uma pessoa importante para eles (okay, não tão importante assim pro Magnus!), o problema é que não importa o quanto usem magia, o paradeiro dos dois continua uma incógnita.


Só não importa o que aconteça com Jace ele nunca poderia deixar sua amada pra trás, certo? Assim ele vai atrás dela e dessa forma o grupo de amigos descobre exatamente a extensão do feitiço de Lilith: tudo o que acontecer fisicamente com um deles, afetará o outro diretamente e em igual proporção, além disso Sebastian tem um vínculo psíquico com Jace que faz com que este faça basicamente tudo que ele deseja acreditando que seja uma atitude correta. Se ferir um ferirá o outro então como eles poderão matar Sebastian e fazer com que Jace continue vivo? 


O tempo está correndo e eles precisarão descobrir a solução para isso antes que a Clave descubra tudo e se envolva, porque para eles a vida de um jovem Caçador de Sombras, mesmo um excepcional como Jace, não é tão valiosa assim se comparada a tudo que pode ser perdido. Dessa vez eles vão precisar de uma ajuda do Céu para resolver a confusão em que se meteram, mas quanto isso pode custar?

Cidade das Almas Perdidas traz uma visão completamente nova de Os Instrumentos Mortais para o leitor. Há mais cenas Clace e isso torna o livro mais romântico, em algumas partes realmente meloso, mas também nos da algumas cenas um pouco mais picantes entre os dois, principalmente porque agora Jace está sem muitos pudores (influência do Sebby?). Pra quem shippa o casal, como eu, é bacana, mas a Cassie “errou um pouco a mão” na quantidade e isso deixou a narrativa um pouco irritante.


Por outro lado eu quase me enganei com o Sebby, minha personagem favorita desde que apareceu em Cidade de Vidro. Pra ser bem sincera ele realmente me enganou por um momento. Sebastian está mais psicótico do que nunca e isso faz dele ainda mais charmoso. Algumas coisas sobre o passado dele são revelados e durante todo o livro me peguei pensando se ele seria assim, tão mau, se não fosse pela influência negativa do pai, pra essa pergunta a própria Cassandra Clare já respondeu que Jonathan/Sebastian seria diferente se tivesse sido criado pela mãe.


Coisas que todos gostamos: ao que tudo indica Sizzy finalmente vai desenrolar, a Isabelle finalmente conseguiu admitir que sente algo pelo Simon e eles voltaram a se relacionar. O lado ruim: tem alguém aqui que shippe Malec? Para vocês eu vou logo avisando: preparem o coração porque o fim desse livro vai acabar com ele.


A tradução está boa, não li tudo porque fazia pouco tempo que tinha relido o livro, mas foi o suficiente pra poder falar, tem alguns problemas, mas é tolerável (especialmente se você não leu o texto original em inglês!) e não se perde muito. Sobre a capa: talvez seja minha favorita justamente por trazer Clace nela, realmente fico entre ela e a de Cidade do Fogo Celestial. A parte interna do livro segue o padrão dos exemplares anteriores da série e como o meu é primeira edição tem brilhos (quase tanto quanto o Magnus!).


Os últimos capítulos de Cidade das Almas Perdidas não te deixa nem piscar, tanta coisa importante acontece, tanta reviravolta que o leitor fecha o livro em choque. O gancho deixado pro próximo volume é tão espetacular que nem se a Cassie quiser consegue estragar a história. 


Para quem ainda não sabe City of Heavenly Fire, Cidade do Fogo Celestial no Brasil, sexto e último livro da série, foi lançado em abril do ano passado e chegou pouco tempo depois aqui no Brasil, claro que já li e óbvio que mais cedo ou mais tarde venho comentar tudo aqui com vocês sobre essa que foi a minha melhor leitura do ano passado.










Título: Cidade das Almas Perdidas | Série: Os Instrumentos Mortais | Páginas: 434

Autor(a): Cassandra Clare Tradutor(a):  Rita Sussekind | Editora: Galera Record



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14 jul, 2013

[RESENHA] Os Instrumentos Mortais #4: Cidade Dos Anjos Caídos



Meu amor eterno por essa série é de conhecimento público. Até hoje não
consegui encontrar um defeitinho na narrativa criada pela diva Cassandra Clare e com Cidade dos Anjos Caídos não foi nada diferente, o livro é
genial! Para quem não leu os livros anteriores aviso que esta  resenha contem spoilers deles.


Cidade dos Anjos Caídos começa seis semanas depois da guerra que
aconteceu em Idris, onde Valentim tentou destruir toda a Clave e os
integrantes do Submundo com os Instrumentos Mortais (a taça, a espada e o
espelho). O vilão acabou pagando com a vida pelo seu fracasso e agora
todos estão mais felizes por não terem mais que se preocupar com ele ou
Sebastian (que na verdade é Jonathan Morgenstern, filho de Valentim e irmão biológico de Clary) e podem seguir suas vidas felizes.


É isso que todos têm tentado fazer, Jace e Clary descobriram que não
são irmãos e que podem ser felizes juntos, Jocelyn e Luke estão
terminando os preparativos para o casamento e Simon está saindo com
Isabelle e Maia (ao mesmo tempo!) e tentando não sucumbir aos instintos
de vampiro que agora fazem parte de sua natureza. Alec e Magnus estão
curtindo férias muito merecidas na Europa.

Tudo parece muito bem, mas claro que nem tudo é o que aparenta, Caçadores de
Sombras que integraram o Ciclo são encontrados mortos por diversos
pontos de Nova York. Então as coisas começa a complicar e a partir daqui e
descobrimos que a situação não anda lá muito boa para o lado do Jace
que, desde que voltou da morte pelas mãos do Anjo Raziel, anda tendo
pesadelos muito reais sobre matar Clary e isso acaba mexendo com a cabeça dele.

Também vemos a Marca de Caim entrar em ação algumas vezes quando tentam
matar Simon. E aparentemente alguém vem tramando secretamente contra os Caçadores de Sombras, mas ninguém parece ter ideia de quem seja ou o motivo disso uma vez que a guerra com Valentim terminou e a paz reina entre integrantes do Submundo e os Nephilim. Será mesmo?

Algumas pessoas acharam que Cidade dos Anjos Caídos não foi nem de
longe tão bom quanto os livros anteriores da série, a minha opinião é
que foi justamente o contrário. O quarto livro é divino! Com quase tantas reviravoltas que seu predecessor, Cidade de Vidro, este volume de Os Instrumentos Mortais me surpreendeu muito e para falar a verdade que enfartaria durante a leitura se tivesse o coração um pouco mais fraco, tamanha emoção que a Cassie provocou em mim.

O Jace não está como antes, mas isso seria impossível: passar por tudo o
que ele passou – e ainda está passando – e continuar da mesma forma. A
Clary também está diferente – de uma forma melhor -, ela ficou mais
forte e decidida eu gostei bastante disso. Simon está mais maduro, mas
continua sendo ele mesmo e isso é muito bom porque quando Jace e ele
estão conversando as risadas são garantidas para nós!

Essa capa não é a minha favorita da série, na verdade eu achei bem
feinha! Não gostei do rosto da menina aparecendo (nada bonita essa versão da Clary…), eu
preferia os modelos anteriores. Mas para compensar não tem mais aquela
frase odiosa da Stephenie Meyer que na capa, aquilo me irrita nas outras.

Para as pessoas que já tiveram a oportunidade de ler Anjo Mecânico
(Clockwork Angel), livro da outra série da Cassie chamada As Peças Infernais (The Infernal Devices), vão ter surpresas agradáveis aguardam por vocês, não
vou contar para não estragá-las, mas eu amei a ideia da Cassandra Clare,
foi bem original.

Enfim, o que eu posso dizer? Mais um final desesperador que me faz ter
vontade de correr e comprar o próximo volume da série, que é igualmente maravilhoso e surpreendente. Se eu pudesse
dava uma constelação inteira para esse livro, mas como o máximo aqui são
cinco estrelas então ele as leva.








Título: Cidade dos Anjos Caídos | Série: Os Instrumentos Mortais | Páginas: 364

Autor(a): Cassandra Clare Tradutor(a):  Rita Sussekind | Editora: Galera Record




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01 nov, 2012

[RESENHA] Os Instrumentos Mortais #3: Cidade De Vidro


Já tem um tempo que eu postei a resenha de Cidade das Cinzas, se ainda não leu e for do seu interesse você pode ler clicando neste link.
Mas a questão é, eu terminei Cidade de Vidro no outro dia, isso mesmo li em um dia, e agora vim
contar para vocês o que eu achei do terceiro livro da série Os
Instrumentos Mortais.


Novamente
aviso que se ainda não leu nenhum dos volumes ou leu apenas o primeiro,
recomendo que pule direto para a minha opinião, porque é impossível
falar de uma continuação sem falar do seu volume anterior e por isso esta resenha possui spoilers.

A
forma como Cidade das Cinzas terminou foi para morrer de ódio e
curiosidade; uma amiga de Jocelyn, do tempo em que morava em Idris, fala
para Clary como despertar a mãe que está adormecida por causa de uma
poção que havia preparado para o caso de Valentim tentar algum tipo de
tortura com ela. Para achar o antídoto ela tem que ir para o país dos
Caçadores de Sombras e encontrar o feiticeiro Ragnor Fell, a única
pessoa que conhece o antídoto. O problema é que Jace não quer que ela
vá, pois Valentim está atrás do terceiro Instrumento Mortal, o Espelho
Mortal, e mesmo ninguém sabendo onde exatamente ele está, sabem que permanece em Idris o que significa que a atenção do pai estará voltada
para lá.

Além
disso, ninguém ainda tem a questão do recém descoberto dom de Clary, e isso preocupa ainda
mais Jace. A Clave poderia querer fazer alguma coisa com ela para
descobrir o motivo de uma garota que nem ao menos foi treinada como uma
Caçadora de Sombras, pode criar novos símbolos ou deixar mais poderosos aqueles que já existem. Como se já não bastasse, Jace também mentiu para a
Clave sobre como o navio de Valentim realmente se desmanchou enquanto
invocava a horda de demônios em Nova Iorque e isso pode trazer sérios
problemas para ele.



Para
impedir a ida de Clary, seu irmão resolve que vai pedir a ajuda de
Simon para enganar não só a garota como também os Lightwood, que haviam
concordado com a ida dela para Idris. Antes que Simon pudesse tomar uma
decisão os Renegados atacam e ele é levado para Alicante, única cidade de Idris, pelo portal. Ao
chegar no Instituto e notar que se encontra vazio, Clary se desespera
porque não foi para Alicante e Magnus que tinha aberto o portal não pode
fazê-lo de novo, então ela mesma cria um e vai, ao tentar impedi-la,
Luke é arrastado junto com a garota.



Clary chega ao Lago
Lyn, lugar de onde saiu o Anjo Raziel com os Instrumentos Mortais, e
acaba ficando muito doente porque as águas do lago são amaldiçoadas. Luke a leva
para a casa de Amatis, sua irmã, onde ela recebe o devido tratamento e
começa a se recuperar. A primeira coisa que Clary faz ao se sentir
melhor é tentar ver Jace, e quando chega à casa onde ele está hospedado
não é tratada muito bem por todos, exceto pelo lindo e misterioso
Sebastian. Depois de alguns acontecimentos, diga-se de passagem bem
revoltantes, Sebastian e Clary procuram juntos pelo feiticeiro Fell, mas
no lugar dele Clary encontra Magnus que conta para ela como acordar a
mãe. O problema é: a garota vai precisar da ajuda do irmão a qual pode não ser dada de boa fé. O que aguarda os jovens Caçadores de Sombras em Cidade de Vidro é perigoso, assustador e eletrizante!



Na resenha de Cidade das Cinzas eu disse como o livro é maravilhoso e que eu tinha gostado demais da leitura, que tinha ficado com muita vontade de ler Cidade de Vidro.
Não estava mentindo, mas eu com certeza não esperava tanta coisa deste
livro, cada passagem, cada cena me prendia de uma forma impressionante e
o amor pelo meu Jace cresceu ainda mais e agora tenho certeza de que nenhum personagem consegue ser melhor que ele, nem
mesmo o Patch (Sussurro)… Além disso, eu vi o Valentim se tornar meu vilão mais
amado e mais odiado, ele superou o Voldemort (Harry Potter), algo que eu não achava ser
possível.





Eu sei que acha que só quero ficar com você para… para mostrar a mim
mesmo o monstro que sou — disse ele. — E talvez eu seja um mostro. Não
sei a resposta para isso. Mas o que sei é que mesmo que haja sangue de
demônio em mim, há sangue de humano também. E eu não podia amá-la desse
jeito se não fosse pelo menos um pouquinho humano. Porque demônis
querem. Mas não amam. E eu…



Depois
dessa citação eu não posso deixar de mencionar o seguinte: se eu não
tivesse me apaixonado pela histórias e personagens lá em Cidade dos Ossos isso
seria completamente inevitável agora, o desespero dele e dela nesta
cena é quase real e acredite quando digo que você vai sofrer junto com os dois. Cidade de Vidro é um livro é mais
carregado de emoção que os anteriores, Jace já não é mais o mesmo, e
certos acontecimentos arrancaram lágrimas dos meus olhos, aliás uma
parte anterior a esta me deixou extremamente triste, não conto mais
porque se não vai ser spoiler.



Não achei possível encontrar pontos negativos na narrativa,
não consigo ver algo prejudicial à narrativa que possa ser mencionado
nesta resenha, de forma que fico até receosa em julgar minhas próximas
leituras depois de ter lido Cidade de Vidro. Cassandra Clare colocou nas  páginas as doses certas de romantismo, ação e cada mínima linha do livro
parecem ter sido minimamente pensadas fazendo assim que nada fique
sobrando e deixando a desejar.



A diagramação é idêntica
ao do exemplar anterior, o que muda, um pouco, é o material da capa. O único problema do livro vem na revisão que contém alguns erros de português, mas não são um número exorbitante que cheguem a prejudicar a leitura. Tem mais uma mudança também na capa, agora nós temos o efeito de
vidro quebrado (holografia, para ser mais precisa!) nela, que eu achei bem legal, mas me deixa um pouco
tonta se ficar olhando continuamente.



Cidade de Vidro foi direto para a minha lista de favoritos com cinco estrelas e se tratando de uma série preciso deixar claro que tem havido uma clara melhora na qualidade dos livros, nenhum é ruim, mas é que eles vão melhorando! Já estou lendo Cidade dos Anjos Caídos e posso dizer que estou amando e em breve devo trazer a resenha para vocês










Título: Cidade de Vidro | Série: Os Instrumentos Mortais | Páginas: 474

Autor(a): Cassandra Clare Tradutor(a):  Rita Sussekind | Editora: Galera Record




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26 ago, 2012

[RESENHA] Os Instrumentos Mortais #2: Cidade das Cinzas



Para quem não sabe, essa é a minha série de livros favorita, ganhando inclusive de Jogos Vorazes (não me matem!). Conheci o primeiro livro, Cidade dos Ossos, antes mesmo de ser lançado e comprei-o assim que chegou às livrarias, devorei em um dia! Quando ganhei Cidade das Cinzas quase morri do coração, estava completamente louca para saber como a estória continuava… Eu li, e fiquei completamente embasbacada com ele.


Para quem ainda não leu Cidade dos Ossos e não deseja spoilers, recomendo que leia apenas a minha opinião lá no fim da resenha, porque o corpo dela contem alguns, vou colocar o mínimo de coisas sobre Cidade das Cinzas, para que quem ainda não leu possa ser surpreendido, mas também sugiro que se não deseja spoilers leia apenas a minha opinião.

O segundo livro da série (antes trilogia) Os Instrumentos Mortais, começa uma semana depois de onde Cidade dos Ossos parou, a confusão com Valentim e da descobertas de que Jace e Clary são filhos dele e quais são os planos do pai, ainda pairam sobre ambos. Jace ainda não consegue ver Clary como uma irmã, ela por sua vez começa a se envolver com Simon para tentar esquecer o irmão. Agora, ela mora com Luke, o amigo lobisomem que ajudou em sua criação, porque sua mãe continua em coma.; Jace por sua vez, encontra-se no Instituto, tentando levar a vida de sempre, matando criaturas do Submundo com a ajuda de Alec e Isabelle.

— Bem, eu não vou beijar o mundano — disse Jace — Prefiro ficar aqui para sempre e apodrecer.
— Para sempre? — disse Simon — Para sempre é muito tempo.
Jace ergueu as sobrancelhas.

— Eu sabia — disse ele — Você quer me beijar, não quer?



Aí eu fiquei pensando: “a situação não pode piorar”, errado! Com a chegada da mãe deles, Maryse Lightwood que, diga-se de passagem, não acredita em uma só palavra de Jace, e da Inquisidora, que tem uma história bastante sombria envolvendo sua família, O Ciclo e portanto Valentim, as coisas realmente começam a desandar feio, mas se você está achando que acabou, está muito enganado. Valentim roubou o segundo Instrumento Mortal, a Espada do Anjo, e mortes misteriosas de crianças do Submundo podem colocar fim aos acordos de paz que a Clave tenta manter a todo custo.


Depois da morte de uma criança fada, Jace, Isabelle, Clary e Simon vão à corte Seelie, a convite da rainha, e lá, Jace e Clary, descobrem que não sabem tudo a respeito de si mesmos e que os sentimentos de um pelo outro não mudou, por mais que eles sejam completamente impróprios, para dizer o mínimo! Não posso me esquecer de que o relacionamento entre Alec e Magnus Bane tem estado cada mês mais presente na trama, bem como o próprio feiticeiro.


O que eu posso dizer sobre esse livro? Acho que emocionante, inacreditável, espetacular, surpreendente e quaisquer outros adjetivos não seriam o bastante, se você leu e gostou de Cidade dos Ossos, ele é bem fraquinho perto de Cidade das Cinzas, o que é um elogio e tanto… Enfim, o que quero dizer é que este é um livro que, independentemente do seu estilo de leitura favorito, você precisa ler, na verdade a série Os Instrumentos Mortais é aquele tipo de obra que considero completa, drama, comédia, ficção, ação, romance são elementos que estão presentes em cada uma das páginas.

— Possivelmente — disse Jace — E é por causa disso que você decidiu que seu velho amigo Simon é uma boa distração?
— Não é assim — disse ela — Eu amo Simon.



Não consigo encontrar nenhum defeito na história da Cassie, o que não é lá muito comum, acho que as personagens foram construídos de maneira brilhante, a história é completamente inédia, sem aqueles clichês que cansam muito, pelo menos a mim! Mas eu tenho um problema sim com esse livro, o material da capa é um horror! Ela vai “empenando”, nas beiradas de cima e de baixo, o que faz com que ela se pareça mais com uma rampa daqueles skates de dedo do que com a capa de um livro, e eu acredito que como uma das séries mais rentáveis da editora, a Galera Record poderia muito bem melhorar isso. Se com o seu exemplar não aconteceu isso, pode ter certeza que eu te invejo muito!


A diagramação do livro é simples, mas acho que é exatamente por este motivo que chama a minha atenção, o simples sempre me agradou muito e, não raras ocasiões, me deixaram muito mais encantada que algo muito mais rebuscado. Cada capítulo tem um nome, que está escrito com a mesma fonte do título do livro na capa, assim como a primeira frase de cada capítulo. Como eu disse, simples mas encantadora.


Jamais daria a Cidade das Cinzas uma nota inferior a cinco estrelas, não porque sou boazinha, mas porque a obra é maravilhosa demais para receber uma nota que seja inferior a esta, na verdade, ainda acho cinco estrelas pouco, mas é a quantidade máxima que posso dar. Espero que tenha incentivado pelo menos uma pessoa a ler este livro, se isto tiver acontecido já fico muito feliz.










Título: Cidade das Cinzas | Série: Os Instrumentos Mortais | Páginas: 406

Autor(a): Cassandra Clare Tradutor(a):  Rita Sussekind | Editora: Galera Record


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20 ago, 2012

[RESENHA] Os Instrumentos Mortais #1: Cidade Dos Ossos



Eu nem sei bem como começar essa resenha, Cidade dos Ossos é um livro que dispensa apresentações e que também marca presença na minha lista de favoritos faz muitos anos. Esse é um daqueles livros que já reli tantas vezes que fica difícil não falar logo de cara “leia porque, nossa, é muito maravilhoso!”, mas vou tentar.



No primeiro livro (de seis!) da série Os Instrumentos Mortais somos apresentados a Clary, uma adolescente de 15 anos que presencia um assassinato em uma boate onde estava com seu melhor amigo no Halloween, mas tem um probleminha aqui: aparentemente ninguém mais é capaz de enxergar os criminosos cobertos por tatuagens e carregando armas completamente estranhas!


Assustada Clary volta para casa tentando se convencer de que o que vira não era real. No dia seguinte recebe o aviso de Jocelyn, sua mãe, que elas vão passar uma temporada longe de Nova Iorque, no sítio de Luke, um velho amigo da mãe e o mais próximo de um pai que a garota conhece. Óbvio que a ideia de passar as férias isolada não agrada em nada a adolescente que decide sair com Simon, seu melhor amigo, para um café com poesia e é bem neste momento que ela vê um dos assassinos de novo, que ela vem a descobrir se chamar Jace um garoto loiro, alto, todo tatuado e totalmente sarcástico.


Ao conversar com ele Clary descobre que não é uma simples Mundana, termo usado para designar humanos comuns. Ela possui o dom da Visão e é isso que a faz ver através das magias que encobrem o Mundo das Sombras, o qual abriga criaturas sobrenaturais como lobisomens, vampiros, fadas, demônios, anjos e Caçadores de Sombras (humanos que possuem sangue de anjo ou Nephilim). 


Nada disso parece real e, quando sua mãe é misteriosamente sequestrada, Clary se vê perdida no meio deste novo mundo fantástico e sombrio em busca de um objeto sagrado para os Caçadores de Sombras ao lado de três Nephilins para salvar não apenas Jocelyn, mas toda uma raça que até pouco tempo ela não sabia que existia, de um homem que todos pensaram estar morto. Muitas surpresas aguardam a jovem Clary nesta jornada e segredos do passado de sua mãe vem a tona quando ela menos espera, tornando o seu amor por um jovem Caçador de Sombras proibido.


Eu fiquei horas aqui, tentando escrever essa resenha. Parei, apaguei e comecei tudo de novo pelos menos umas seis vezes porque é impossível falar de Cidade dos Ossos de maneira objetiva e às vezes eu fico presa entre o que gostaria de dizer e o que de fato digo e o porquê disso é bem óbvio: eu sou completamente apaixonada por essa série então minha objetividade fica de lado quando se trata de Os Instrumentos Mortais.


A primeira vez que li este livro, lá em meados de 2008, ele mal era conhecido (certamente não no Brasil!) e por isso eu fiquei muito feliz quando foi publicado aqui pela Galera Record. Sempre achei que o sucesso estrondoso de Os Instrumentos Mortais era não só esperado como justificável.


Apesar de todos se irritarem com a Clary, gosto dela. O motivo é bem simples: ela foi a primeira personagem de um livro que eu li e que não estava atrás de um cara e/ou sofrendo por ele. A jornada dela é para salvar a mãe e no meio do caminho ela acaba se apaixonando. Sem contar que o jeito meio moleca e nada delicado gerou uma identificação praticamente instantânea da minha parte.


Eu caí de amores pelo Jace, e o Alec (um dos Caçadores de Sombras da boate) me irritou no começo da leitura, assim como sua irmã, Isabelle (outra Caçadora de Sombras que também estava na boate). Com o passar da leitura e, especialmente, conforme evoluí na série, entendia as motivações de cada um e eles foram se tornando os meus personagens mais queridos da trilogia junto com o Simon.


Que aliás, por falar em Simon, eu sempre vi um pouco de mim nele também. Toda a “nerdice” dele é tão fofa que fica impossível não cair de amores por ele logo no começo do livro. Ainda que você não torça Climon (Clary e Simon) você torce pela amizade dos dois (e pode até sentir uma certa invejinha!)

 Cassandra Clare sabe apresentar o seu mundo e personagens, assim como domina a arte de fazer um leitor sofrer como ninguém. Pensem aqui comigo: quando li Cidade dos Ossos (em inglês!) o segundo livro, Cidade das Cinzas, ainda não havia sido lançado, então nada de spoiler. Durante esse tempo todo tive que sofrer com a possibilidade de shippar um incesto! Sério, foi total e completamente DESESPERADOR!











Título: Cidade dos Ossos | Série: Os Instrumentos Mortais | Páginas: 476
Autor(a): Cassandra Clare Tradutor(a):  Rita Sussekind | Editora: Galera Record


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