Posts arquivados em Tag: Séries

16 set, 2019

[SÉRIE] Primeiras Impressões: Sanditon – Season 1

Oi meus amores! O post de hoje é um pouco diferente, ao invés de uma resenha decidi trazer as minhas primeiras impressões (algo que geralmente faço pelo nosso IG) sobre a série Sanditon que, se você não é uma pessoa louca por qualquer coisa da Jane Austen provavelmente não sabe que esta série é baseada em uma história inacabada da autora.

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19 ago, 2019

[SÉRIE] A Descoberta Das Bruxas – Season 1

As coisas são bem engraçadas, o post de hoje estava devidamente escrito e programado desde a semana passada, mas aí, na quinta eu comecei a assistir A Discovery of Witches e fiquei completamente viciada na série, então cá estou eu para conversar com vocês sobre ela, mas podem ficar tranquilos que a resenha não possui spoilers.

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07 mar, 2019

[SÉRIES] Anne With an “E”

Oiii seus lindos, hoje vim falar para vocês sobre esta serie que nem eu sei porque demorei tanto tempo para assistir, mas que de tanto ver quots no instagram, eu tive que ir assistir: Anne With an “E” e que tem suas duas temporadas (pelo ou menos até o momento) disponíveis na nossa amada e querida Netflix. Sem mais delongas, se quiserem saber o que eu achei da série é só continuar lendo.

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31 jan, 2019

[SÉRIES] Elite

Oii seus lindos, já tem bastante tempo que não passo por aqui para falar com vocês sobre séries e filmes né? Mas pretendo começar a reparar meus erros e cá estou para falar sobre Elite, a serie espanhola que foi inspirada na novela Rebelde, mas que para ser bem honesta, fora o ambiente escolar elitizado e alguns personagens as histórias são completamente diferentes, então bora conferir o que eu achei da primeira temporada.

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23 abr, 2018

[SÉRIE] O Mecanismo



Oi gente! No dia 23 de março estrou na Netflix a primeira temporada de O Mecanismo, série nacional que mistura fatos reais e ficção sobre a Lava Jato, e é sobre ela que vamos conversar hoje.

A série começa em 2003 acompanhando o policial federal Marco Ruffo que está tentando conseguir provas suficientes para colocar o doleiro Roberto Ibrahim atrás das grades. A tarefa não é fácil, mas ele consegue fazê-lo com a ajuda de Verena, sua pupila, por assim dizer.

Acontece que Ruffo apesar ser absolutamente inteligente, não é um cara muito controlado e quando Ibrahim consegue um acordo muito conveniente de colaboração junto ao Judiciário (as famosas delações premiadas) ele perde a cabeça e isso acaba fazendo com que seja compulsoriamente aposentado depois de vinte anos de serviço.


Dez anos se passam e Verena continua no Polícia Federal investigando crimes financeiros e se depara com um grande esquema o qual traz um velho conhecido da policial de volta: Roberto Ibrahim e desta vez ela não pretende deixa-lo escapar tão facilmente. O que Verena não poderia imaginar é que o esquema é muito maior do que ela poderia sonhar.


Com apenas oito episódio, uma trama encaixada, narrativa viciante e bela fotografia O Mecanismo foi uma série fácil de terminar em um dia para mim uma vez que não conseguia deixar de ficar curiosa a respeito de como as coisas se desenvolveriam a partir de certo conflito.


Confesso que escolhi a série meio que por acaso no catálogo da Netflix. Não tinha assistido a nenhum trailer então não tinha grandes expectativas para ela, mas se alguém aqui acompanha o Instagram do site (@paraisoliterario, segue a gente lá!) sabe muito bem que fiquei empolgada desde o primeiro episódio.


As cenas de investigação foram escritas e filmadas para deixar o espectador aflito e, mesmo sabendo o rumo que a Lava Jato tomou, foi impossível que eu não me questionasse “nossa será que agora vai ferrar com tudo?” e somadas às cenas de ação empolgantes dão o tom certo para a trama que é rápida, mas não corrida.


Sei bem que a série dividiu os espectadores: algumas pessoas amaram e outras detestaram tanto que até ameaçaram cancelar suas assinaturas do serviço de streaming. Não entrarei em debate político aqui, afinal este não é o objetivo do site ou deste texto, basta dizer que a série é apenas baseada em fatos reais e não um documentário ou biografia, dito isto, aceito que os produtores, roteiristas e diretores interpretassem livremente os fatos e que os colocassem dentro da série da maneira que achassem mais convenientes (exatamente como aconteceu com Narcos!).


Acho que basta dizer que eu amei basicamente tudo e que espero que a série seja renovada para a sua segunda temporada. Então se você gosta de tramas policiais que misturam realidade e fantasia, recomendo que não perca tempo e vá assistir O Mecanismo!












Série: O Mecanismo Temporada: Primeira Episódios: 
Original: Netflix Criadores: José Padilha, Elena Soárez  Ano: 2018
02 maio, 2017

[SÉRIES] Original Netflix: Dear White People



Oi  gente! Hoje vamos conversar sobre uma das últimas séries produzida pela Netflix que chegou ao seu catálogo: Dear White People, ou como foi traduzida Cara Gente Branca, e vou contar para vocês o que achei dos dez episódios da série. Então vem continue lendo este post para saber mais.

O que se espera do início de toda série é que os personagens sejam apresentados logo nos segundos iniciais da trama, é de praxe isso, mas Dear White People já convida o espectador a refletir a educação que recebemos. A frase marcante (reproduzida abaixo) realmente merece um minuto a mais para absorver o que ela significa.

“O paradoxo da educação é que ao ter consciência passa-se a examinar a sociedade onde se é educado.” James Baldwin

A seguir vamos entender que a trama da série se passa em torno de jovens que estão cursando a universidade, mas não qualquer universidade norte-americana, eles estão dentro de uma da Liga Ivy. Para aqueles que não sabem, a Liga Ivy é formada pelas oito universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos: Harvard, Princeton, Yale, Columbia, Dartmouth, Brown, Pensilvânia e a Cornell. As oito instituições de ensino superior mais conceituadas e disputadas do país. Sem mencionar historicamente dominada por brancos. 

Dear White People traz vários protagonistas (em sua maioria negros) que se revesam ao longo dos episódios. Todos eles possuem suas próprias motivações e ainda não concordam em inúmeras questões. Então o que poderia unir estes alunos? O tema racista da festa de Halloween promovido por alunos brancos. A festa intitulada blackface (em tradução livre rosto negro), é uma crítica direta ao programa criado e comandado por Samantha White (uma das personagens centrais!) que leva o título Dear White People (Cara Gente Branca) onde ela fala de uma maneira bem ácida e real sobre o racismo.


Cada personagem é singular em seus dramas e isso é muito bem trabalhado ao longo dos dez episódios. Essa diversidade de caráteres enriquece a trama de maneira ímpar e cada motivação e história vai se conectando aos poucos. Ao perceber isto, o espectador fica ainda mais intrigado e cresce a dúvida para saber o que uniria ainda mais os estudantes negros que ainda não formam uma unidade de opinião sobre como agir? O que pode ser pior do que uma festa para celebrar o racismo? Nós temos essa resposta. Esse núcleo de protagonistas traz para o enredo um dinamismo muito interessante pois mesmo quando temos um episódio focado em um deles vemos como isso afeta os outros.


Repleta de sarcasmo a série deixa de lado as piadas em alguns momentos cruciais e certeiros para “cutucar” aquela ferida e apontar uma questão que muitas pessoas (principalmente pessoas de pele branca como eu!) se esquecem: o racismo é um problema diário para uma parcela da população e não é obrigação apenas da comunidade negra lutar contra ele. Dear White People acertou em cheio em seu tom e é perfeita para entreter  e proporcionar uma reflexão profunda ao público sobre questões sérias.


Acho importante ressaltar que a série possui várias cenas impróprias para mais jovens e até mesmo chega a mostrar algumas coias aqui e ali, mas este não é nem de longe o foco dela. É fato que seria inverossímil retratar a vida de jovens na faculdade deixando de lado uma das experiências mais comuns desta fase da vida da maioria como o sexo e drogas.


Vou falar de três personagens que merecem ser citadas: primeiro a Samantha (minha favorita!), ela também é uma líder e mantém o foco no que importa. Além de uma personagem muito carismática ela acaba enfrentando uma situação ruim no meio da série por causa de seu namorado. Reggie foi começando quietinho e do nada eu me encantei por sua complexidade, enquanto Troy foi uma decepção muito grande porque ele simplesmente não tomava nenhuma atitude e no final ele me surpreendeu com um grande gesto.


Para aqueles que ainda não estão cientes Dear White People é baseada em um filme homônimo de 2014 e, como uma pessoa que assistiu as duas versões, posso afirmar que a série é superior ao filme, talvez pelo tempo que se teve para desenvolver melhor os temas que seriam abordados em cada episódio que possuem aproximadamente trinta minutos ou porque as questões foram trabalhadas em um roteiro mais maduro.


Acho importantíssimo falar sobre a trilha sonora da série que é espetacular! Todos vocês reconhecerão de outros filmes as músicas instrumentais que tocam no começo de todo episódio e que só acentua o tom sarcástico que eles possuem. É o toque de mestre que com certeza não pode deixar de ser apreciado e ressaltado aqui.


O fato é que assim como outras séries que fazem uma crítica a certos comportamentos sociais, Dear White People merece ser assistida com uma visão muito mais ampla e não apenas uma série de TV que pode (ou não!) entreter o espectador. Veja atentamente e reflita sobre os dramas apresentados tendo a consciência de que eles acontecem na vida real.











Título original: Dear White People | Tradução: Cara Gente Branca | Episódios: 1o
Diretor: Justin SimienAno: 2017 | Produção: Netflix | Disponível: Netflix
20 abr, 2017

[SÉRIES] A História de Ester


Oii seus lindos, hoje nos
começaremos a falar um pouquinho sobre as series brasileiras, não sei se vocês
sabem, mas ultimamente tem havido umas realmente boas, com diversos temas e que
acredito que agradem a um público mais diversificado ainda.


E vamos começar essas postagens
com a minha menina dos olhos: A História de Ester. Esta, como muitos sabem, é uma minissérie bíblica que foi produzida pela Rede Record,
e transmitida em 2010, com 10 episódios que podemos encontrar na Netflix.
Então vamos falar um pouquinho sobre a história que tem um lugar mais que
especial em meu coração.



Hadassa, que futuramente seria conhecida como Ester, era uma menina judia
que teve seus pais mortos por amalequitas, os maiores inimigos declarados dos
judeus, e por esse motivo ela acabou sendo criada por um primo mais velho que é Mordecai, um oficial
escriba do palácio, e ele se apega tanto a jovem Hadassa que ele acaba por trata-la como sua filha e não apenas uma prima.

Os anos se passam até um momento crucial da trama: a Rainha Vast desafia o
Rei Assuero o que é impensável para aquela época e é desta forma que surge a necessidade de o Rei ter ao seu lado uma nova rainha. É por esse motivo que todas as virgens do império são
levadas para o harém e viram as concubinas do rei até que este chame
uma pelo nome e esta venha a se tornar a nova rainha da Pérsia e
 é neste ponto que a
vida de Hadassa muda radicalmente, pois ela está ciente do ódio que muitos no palácio tem pelo povo
judeu, Mordecai muda o nome de Hadassa para Ester de Susã, evitando assim que
aqueles que odeiam os judeus no palácio possam fazer algum mal a garota.

Já dentro do palácio Ester
enfrenta inúmeras intrigas e situações das quais ela nunca imaginou fazer
parte como, o medo de ser descoberta,  perigo eminente do extermínio de seu povo e sua única esperança é o rei, um homem que ela mal conhece e por quem pode estar desenvolvendo sentimentos profundos, quando ela acredita que esteja de mãos atadas e com receio de ver seu povo ser dizimado é que a jovem hebreia pode descobrir qual o
destino que Deus planejou para ela.

Esta é uma minissérie que fala
de um texto bíblico, então claro que toda a trama é envolta por um contexto religioso por falar sempre de Deus, seus desígnios e mistérios, mas para além disso, esqueça toda a sua
concepção de religião e tudo aquilo que você acredita, assista como a mais uma
história e se perca neste enredo maravilhoso!

A história é muito bem construída
e de fácil compreensão mesmo para aqueles que como eu nunca leram a história da Bíblia, e de uma forma geral tudo contribui: o cenário, a atuação dos
atores
e a narrativa construída pela roteirista. 

O elenco da série é muito bom, temos Gabriela Durlo como
Ester/Hadassa, 
Marcos Pitombo como Rei Assuero, Paulo Gorgulho como Hamã o
grande vilão amalequita (que o público realmente passa a odiar!) e
Ewerton de Castro como Mordecai dentre outros nomes que só
enriquecem a produção e nos deixam mais e mais apaixonados.

Porém nem tudo foi perfeito e por isso preciso destacar alguns pontos
que me deixaram meio perdida e que por consequência me incomodaram um pouco e que acredito que vale a pena vocês assistirem já
sabendo. 
Os amalequitas são os
seguidores dos preceitos do Rei Amaleque, um rei que odiava e perseguia os
hebreus e que nas produções da
Record só irá aparecer em Os Dez Mandamentos (também disponível na Netflix!).

Em determinada parte da
história Ester conta que é judia da tribo de Benjamin, o que me deixou meio
perdida por não saber que o povo hebreu se divide em doze tribos, e eu só me dei
conta disto quando assisti José do Egito (outra produção que já pode ser conferida na Netflix!), nesta serie
explica que Deus prometeu uma descendência numerosa a Jacó (que naquele momento
vira Israel) e que de cada filho seu surgira um povo. Benjamin é o filho mais
novo de Jacó então só quando assisti esta serie foi que entendi que Ester
pertence a tribo que se originou no filho mais novo de Jacó.

A história é simplesmente
encantadora, tirando alguns dramas que realmente poderia ter ficado de fora pois, na minha opinião, foram desnecessários não acrescentaram nada para a trama num contexto mais amplo. No mais só posso dizer que a minissérie por mais que aborde um tema religioso (o que sei que pode afastar algumas pessoas logo de cara!) é
absolutamente apaixonante e posso dizer para vocês que eu vi todos os episódios
e fazem sete anos que assisto eles quando bate aquela saudade de algo que faça
meu coração se aquecer.




12 fev, 2017

[SERIES] Minhas Séries Favoritas #1: Friends

Então, eis-me aqui para conversar com vocês sobre a minha série  favorita da vida! Aquela que é meu OTP! Aquela que se falar mal expulso legal da minha casa! Enfim: o grande amor da minha vida que já maratonizei mais de vinte vezes (sim, você não está lendo errado!). E agora minha meta é conseguir fazer pelo menos mais uma pessoa se apaixonar por FRIENDS!

Vamos do início, para quem nunca viu/ouviu falar nada de Friends porque estava na toca de um tatu nos últimos 23 anos, a série acompanha o cotidiano da vida de seis amigos Monica Geller, Chandler Bing, Joe Tribbiani, Phoebe Buffay, Ross Geller e, a mais recente no grupo, Rachel Green que foi parar no apartamento da Monica em Nova Iorque porque fugiu pela janela do banheiro de seu próprio casamento, deixando o seu noivo Barry plantado no altar.


Além de uma série espetacular Friends tem uns memes maravilhosos!

Mas a Rachel não é a única que está passando por um drama logo no início da primeira temporada! Ross, o irmão mais velho da Monica, acabou de se divorciar porque sua mulher descobriu que é gay e decidiu ir morar com sua antiga melhor amiga agora namorada. Pois é, como se não bastasse isso ele descobre que a ex-mulher está grávida, justo quando o seu crush da vida reapareceu (que no caso é a Rachel mesmo).




A Monica é uma ex-obesa que se tornou cozinheira e tem mania de limpeza. Ela é completamente obcecada pela perfeição, nada, nunca pode estar fora do lugar. Ela também é extremamente competitiva e de jeito nenhum aceita perder, o que gera situações inusitadas. Ela é a minha personagem feminina favorita e sempre está enfrentando maus bocados, principalmente nas primeiras temporadas.




Já o Joe é um aspirante a ator que não conseguiu nenhum papel de destaque até agora, ele tenta fazer alguma coisa bacana, mas é o pior ator que pode existir tadinho! Ahh ele também come, come muito e de jeito nenhum compartilha comida. Joe é o mulherengo, o que pega geral e vive arrumando confusão. Ele mora com o Chandeler por um bom número de temporadas e os dois são melhores amigos que rendem as melhores risadas sempre!




Vamos falar agora da louca da Phoebe Buffay! Ela faz o estilo hippie-sem-noção. A Phoebe é de longe a mais louca da turma, já fez de um tudo inclusive engravidou do irmão, mas calma que não temos incesto aqui não. Vegetaria, defensora dos animais e cantora nas horas livres você pode ter certeza de que ela vai lhe conquistar de cara, mas também proporcionar algumas gargalhadas durante as dez temporadas.



Não terminou por aí, deixei o melhor para o final: Chandler Bing! O que mais sofre bullying na vida! O pai dele se revelou gay (alguma semelhança com o Ross? haha) em pleno jantar de Ação de Graças! Então, o Chandler é cheio questões, porque aparentemente a mãe dele também não é a pessoa mais normal do mundo. Com isso ganhamos um personagem que tem as melhores piadas e usa o sarcasmo como ninguém. Eu gostaria de um amigo como ele. 


Melhores gifs! Dono da porra toda!
Estamos chegando ao final da nossa saga, mas antes preciso contar mais duas coisas muito importantes: tem pegação entre os amigos! Nós temos o casal mais iô-iô que você jamais verá em uma série, o mais enrolado, mas não o mais carismático: Ross e Rachel passam as dez temporadas. Da raiva, da pena e já até me fez chorar, mas tem um ship melhor!

Eles são fofos, mas irritantes também!


Então eu deixei o melhor casal, o OTP da série: MONDLER! Monica e Chandler ficam juntos (mas não espere que seja logo!) e eles simplesmente formam o melhor casal, aquele que zera a vida. Eles fazem qualquer cético acreditar em amor e querer se apaixonar pelo seu melhor amigo. Eles são loucos e companheiros na medida certa e isso é lindo. Mondler vai te fazer torcer por eles.



Muito amorzinho

E agora a melhor notícia de todas: você não precisa morrer de preguiça de baixar todas as temporadas ou gastar uma fortuna pra comprar os DVD’s/Blu-ray (como eu fiz na época!) porque a Netflix tem as dez temporadas em seu catálogo só esperando você começar a sua maratona! Então corre e assista porque essa é um dos melhores sitcoms que já foi produzido!