Posts arquivados em Tag: Thais Lopes

11 abr, 2019

[RESENHA] Filhos do Acordo #3: Ithori

Oii seus lindos, desta vez eu não demorei tanto (menos de um ano é pouco como percebemos anteriormente) e trouxe para vocês a resenha de Ithori, terceiro volume da série Filhos do Acordo, da nossa parceira Thais Lopes. Juro que vou tentar falar sem muitos spoilers sobre a história em geral, mas pode ser que eventualmente algo escape, porque tanto o Ithori quanto a Suelen são velhos conhecidos das obras anteriores, mas sem prolongar demais, vamos ao que realmente interessa né?

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07 fev, 2019

[RESENHA] Filhos do Acordo #2.5: Sobre Rhergai

Oiii seus lindos, hoje vim falar para vocês um pouquinho sobre um conto maravilhoso de Filhos do Acordo, Sobre Rhergai é um conto que gira em torno de uma promessa realizada em Dairus, então vocês precisam ler o livro dois para poder entender este aqui. Sem mais delongas, vamos ao que eu achei da história.

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22 jan, 2019

[RESENHA] Filhos do Acordo #2: Dairus

Oiii seus lindos, hoje vamos falar um pouquinho sobre Dairus, segundo livro da série Filhos do Acordo, da nossa parceira Thais Lopes. E para ser bem honesta com vocês (já começamos assim para dar um tom de drama pra situação) eu não sei porque demorei tanto tempo para ler este livro, mas sei que se vocês forem pegar para ler, que seja em um período de férias, ou um fim de semana que vocês tirem para a leitura, ou seja, peguem nestes livros quando vocês puderem ler desesperadamente e não largar mais! Então se quiserem saber o que eu achei da história é só continuar lendo, mas já aviso que está resenha contém alguns SPOILERS do primeiro livro.

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01 fev, 2018

[RESENHA] Filhos do Acordo #1: Kernos


Oiii seus lindos, hoje vamos
falar um pouquinho sobre Kernos, o primeiro livro de Filhos do Acordo da Thais
Lopes, que foi nossa autora do mês de Janeiro (se não sabe do que eu estou
falando é só clicar AQUI) e hoje venho contar o que eu achei desta história com
aliens, humanos e um mundo novo total e completamente envolvente, então borá lá
conferir um pouco mais sobre isto.

Gabriela é uma garota com uma
imaginação hiperativa, ou seja, ela é capaz de imaginar as teorias mais
absurdas, mas nem mesmo sua imaginação poderia imaginar que ela um dia seria:
abduzida e colocada a venda em um mercado de mulheres terráqueas, e
principalmente que ela era uma encomenda especial. Mas apesar de toda
incredulidade Gabi só consegue pensar em uma coisa: fugir e voltar para a
terra.


Mas nada é tão simples,
principalmente quando ela está em outro planeta. Seu comprador é sua única chance
de continuar viva e de conseguir voltar para casa. Kernos parece um guerreiro e
não age como alguém que compraria mulheres humanas. Na verdade, ele parece ser
uma das poucas “pessoas” tentando fechar os mercados. E a química entre eles é
algo que Gabriela nunca imaginou que fosse possível existir.

O único caminho para Gabi é
ajudar Kernos a derrubar pelo menos um dos financiadores dos mercados de
mulheres, ao mesmo tempo em que tenta descobrir por que sua abdução foi uma
encomenda especial. 
Mas com aquela atração
inexplicável se tornando cada vez mais forte e um novo mundo se abrindo diante
dos seus olhos, voltar para casa começa a não ser tão tentador assim…

Gente este é o primeiro livro da
Thais que tem uma pegada erótica mais explicita, mas não pensem que é o foco da
história, porque não é, só é um elemento importante e que tem uma justificativa
muito interessante.

O problema central da história
(que é o trafico de mulheres) foi muito bem trabalhado, de forma que com no máximo
dois dias terminei o livro, porque simplesmente não tem como largar a história
sem saber o que vai acontecer a seguir, o que a Gabi vai descobrir, o que o
Kernos vai fazer, é enlouquecedor demais para deixar o próximo capítulo para
depois.

Os personagens são muito
cativantes e de cara eu já amei a Gabi porque ela é louca e não se faz de
normal, ela sabe o potencial de sua imaginação e não tem o menor problema de
demonstrar, em contra partida ela é muito fria para lidar com as situações de pânico,
o que mostra dois pontos fortes de uma mesma moeda e, por consequência, isso me deixou muito
encantada por ela.

Kernos é não é só “mais um”, ele é outro caso de amor que acabei desenvolvendo enquanto lia mais um livro que a Thais trouxe para a minha vida. Confesso que no início eu achei ele bem estranho,
mas aos poucos ele foi me conquistando com aquele jeito de comandante do
exército e em certo ponto da leitura já estava tão apaixonada por ele quanto é possível (então obrigada Thais!).

A história tem muitas
referências a Star Wars, o que é muito a cara da Thais (tem referencias em
Sentinela também!
) e me fez procurar no Dr. Google o que cada uma delas significava
(pasmem: nunca assisti Star Wars!), mas em momento nenhum eu me perdi na
leitura por causa destas referências, então quem é do meu grupo e nunca
assistiu está serie de filmes tão aclamada pode ler Kernos tranquilamente, porque não há
perda nenhuma da história.

Quanto a edição é uma relação
de amor a parte, porque as capas dos livros da Thais são sempre maravilhosas e
apaixonantes, a diagramação é muito linda com detalhes planetários em cada
início de capítulo (para ver mais passe no nosso instagram e veja o histórico de leitura. Basta clicar AQUI pra conferir!), com folhas amareladas e as letras em tamanho
ótimo, o que também ajudou para fluir a leitura.

Enfim foi mais um livro que me
deixou apaixonada, que me deixou mais encantada ainda pelo trabalho da autora e
pela escrita cativante dela, é uma história que vale muito a pena conhecer,
então juntem-se ao time e venham conhecer um pouquinho sobre O Acordo 😉












Título: Kernos | Série: Filhos do Acordo| Páginas: 237
Autora: Thais Lopes  | Editora: Senhor da Lenda
28 jan, 2018

[AUTOR DO MÊS] Book Talk com Thais Lopes


Oi gente! Hoje encerramos o conteúdo do autor do mês de janeiro! Foi bem divertido (e um tanto instrutivo também!) ter a Thais como nossa primeira autora aqui no blog e eu espero que vocês tenham gostado tanto quanto nós! Para encerrar com chave de outro decidimos trazer uma coluna que já existia aqui no blog de uma forma diferente! Então vem conferir esse book talk com a Thais Lopes e participação mais que especial da Gaby Fraga!


APERTA O PLAY!

Como a Thais escreve sobre fantasia, nada melhor que conversar sobre isso com ela e, por esse motivo, o tema escolhido para book talk foi: até onde o autor poderia ir na hora da construção de personagens de mitologias já estabelecidos?

OUTROS CONTEÚDOS:

O book talk foi o último post da nossa coluna Autor do Mês, então se você perdeu alguma coisa e quer saber o que já saiu basta clicar nos links abaixo!
 

CONHEÇA AS OBRAS DA THAIS
ENTREVISTA
CONTEÚDO EXCLUSIVO
 

O QUE FOI CITADO NO BOOK TALK?

Durante o book talk nós citamos vááááários livros, para você não ficar sem entender ou se bateu aquela curiosidade pelas leituras não precisa tentar encontrar os nomes porque gostamos de facilitar as coisas então abaixo estão TODOS os livros que mencionamos durante a conversa!


A Thais também citou o grupo Vozes Ancestrais, que tem uma página no Facebook onde falam de obras ambientadas com mitologia indígena NACIONAL. Então também estamos linkando este projeto aqui!



Nós gostaríamos muito de agradecer a Thais por ter sido tão maravilhosa durante todo o mês! E a Gaby por ter participado do book talk. Para saber quem é será o nosso autor ou autora do mês de fevereiro escute todo o podcast!
21 jan, 2018

[AUTOR DO MÊS] Conteúdo Exclusivo Por Thais Lopes

 
 
 
 
 

Quando a Aninha me falou sobre o post desse fim de semana, a primeira coisa que pensei foi “opa, capítulos de material novo”. Aí lembrei que ele ia sair depois do lançamento do box Nas Sombras da Cidade e não tenho mais nada novo guardado aqui. Então vou voltar para a minha primeira paixão: construção de mundos.

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14 jan, 2018

[AUTOR DO MÊS] Entrevista: Thais Lopes



Oi gente! Tudo bem? Seguindo com a coluna de Autor do Mês (se você não sabe do que estamos falando clica aqui!) hoje trouxemos a entrevista com escrita Thais Lopes!  Bora conhecê-la um pouco mais?


Quem te
acompanha sabe a loucura que é sua mente criativa, conta pra gente quando foi
que você se deu conta de que o que rolava na sua cabeça precisava ir para o
papel?

Nunca
teve esse momento de “descobrir” que as coisas precisam ir para o papel. Sempre
inventei muitas histórias, sempre fui viciada em livros, desde bem criança
mesmo, então foi algo meio natural. Tinha aquela coleção de diários bonitinhos
com cadeado fofinho (que acho que a maioria das meninas com mais de 20 anos
ganhou em algum momento) que eu nunca usava, um belo dia peguei um deles e
resolvi ir escrevendo as histórias que já tinha na cabeça.
Qual a
história que foi a inspiração mais súbita que você já teve? Aquela em que você
nem conhecia, estava fazendo outra coisa e de repente ela brotou na sua cabeça.
Acho
que o caso mais gritante desses é uma história que ainda está na fila aqui pra
sair. É no mundo de Crônicas de Táiran e foi um caso até meio bizarro, porque
quando a ideia brotou eu fui louca escrevendo como se não houvesse amanhã e
saíram 80 páginas manuscritas em uma semana (e eu tinha letra pequena).
Tem outro também, que
foi caso até divertido, de uma história no mesmo mundo de Perfume de Fogo. Eu
estava em uma igreja, num ensaio geral pra um concerto do coral, com orquestra,
solista e tudo mais, e quando estavam passando uma música com o solista, do
nada baixou a ideia de um bar de lobisomens. Está na fila aqui também.
Fala
pra gente series que inspiraram a escrever seus livros.
Vamos
pra aquela lista de séries que quase ninguém conhece? XD
A
primeira da lista é Hollows, da Kim Harrison, que foi a série que fez eu me
apaixonar por fantasia urbana e a farofa louca de seres sobrenaturais.
Kate
Daniels e Innkeeper Chronicles, de Ilona Andrews. De novo, a questão da farofa
louca (vampiros são ETs? Oi? E isso funcionou!) e de fugir da mitologia
“tradicional”.
Iron
Seas, da Meljean Brook, que é aquela meta de construção de mundo, por assim
dizer. O nível de detalhe e de “realismo” do que ela criou, pra mim, é
incrível.
Você é
quem faz as capas maravilhosas dos seus livros, de onde vem à inspiração? Dá
muito trabalho?
Eu sou meio que a louca
das capas. Tenho toda aquela preocupação com identidade visual do gênero do
livro, porque sou uma pessoa que julga livro pela capa sim e não tem vergonha
de assumir. Cada gênero literário tem aquela estética que o leitor bate o olho
e já fica “opa, acho que isso é minha cara”, então sempre presto atenção nisso.
É minha primeira “inspiração”, por assim dizer, porque vou procurar o que
dentro desses elementos visuais encaixa com a história.  E também tenho um leve vício em jogar cenas
dos livros nas capas, detalhes que a pessoa só vai perceber depois de ter lido
e coisa assim. Sobre dar trabalho, depende bastante. As capas de Filhos do
Acordo
, no começo, davam muito trabalho. Agora, já acostumei a mudar cor de
pele, cabelo e tudo mais, então são bem simples para fazer. As capas de
fantasia urbana estão dando muito
mais trabalho, porque sempre tem elementos de pintura digital, e eu sou a
pessoa que não desenha nem boneco de palito. É uma luta. As capas novas de
Santuário da Morte demoraram meses
para ficarem prontas. A de Nas Sombras da Cidade, quase três meses também.
Então varia bastante.
Fisicamente falando, você inspira seus
personagens (masculinos e femininos) em pessoas reais ou é algo que você começa
a criar em sua mente e só então vai ganhando formas e características?
Eu sou uma pessoa bem
pouco, quase nada visual. Na verdade, se eu encontrar com uma pessoa uma vez só
e ficar conversando com ela, se me perguntarem depois é mais fácil eu descrever
a voz da pessoa que qualquer coisa de aparência. Então essa normalmente é uma
das últimas coisas que penso nos meus personagens. Junta com isso o fato de que
imagino meus personagens reais, então não consigo nem pensar na possibilidade de usar atores e famosos em geral como
referência para eles. Meus personagens não são perfeitos, não são todos
padrãozinho da moda, todos lindos e etc. Se eu fosse usar pessoas de
referência, seriam pessoas do dia-a-dia, que eu vejo andando na rua mesmo. As
características de um personagem acabam “aparecendo” de acordo com o estilo de
vida e o que ele precisa ter ao longo da trama.
Em
termos de planejamento de história, você sabe qual rumo seus livros tomarão
(qual final terão) ou isso é algo que vai fluindo enquanto está escrevendo?
Normalmente
eu sei o final, pelo menos por alto. Sei onde a história vai chegar. O processo
até lá é outra história xD Estou tentando me acostumar a fazer outlines das
histórias ao invés de ir 100% no “seja o que os deuses quiserem que uma hora a
gente chega lá”, porque roteiro mesmo não funciona para mim. Mesmo assim, meus
outlines são vagos o bastante para eu me surpreender com a direção da história
às vezes.
Como
escritora qual a sensação que te fez pensar “nossa, vale a pena insistir
neste mercado”?
Surtos. Com certeza, os
surtos. Não é à toa que tenho minha pastinha do amor cheia dos prints de surtos
aqui. Um dos momentos mais “pqp, eu fiz alguma coisa muito certa” foi o dia que uma amiga comentou comigo que uma amiga
dela estava relendo Nilue pela quarta vez seguida. Eu parei e fiquei encarando
a tela do celular rindo feito uma retardada e sem conseguir fazer nada, porque
essa coisa de ler e sair feito louca relendo sabe-se lá quantas vezes em
seguida é o que eu faço quando piro
demais com algum livro. Saber que consegui fazer alguém reagir a algo meu desse
jeito? Eu ainda fico em choque. Outra vez foi quando uma amiga me fez chorar
com os comentários dela sobre Protetora, falando sobre como a vida dela teria
sido diferente se tivesse tido personagens assim como referência quando era
mais nova. Esse tipo de coisa sempre dá aquele gás, aquela sensação de que não
importa o tanto que vai dar trabalho, a dor de cabeça, a correria, as crises de
ansiedade… Vale a pena.
Você
tem algum sonho que considera ambicioso ou algo do tipo? Se tiver poderia
contar pra gente?
Meu
sonho mais ambicioso, por assim dizer, sempre foi viver de escrita. E levando
em conta que se der uma espremida aqui, está dando para viver de escrita, acho
que é hora de começar a pensar em outro sonho/meta maluco xD
Quais
autores te inspiram e quais você não quer de jeito nenhum buscar referências?
Atualmente,
Ilona Andrews, Meljean Brooks, Kristen Callihan, Grace Draven e Ella Summers, são
minhas referências para estilo de narrativa, construção de mundo, enredo,
personagens e relacionamentos.
E eu
vou ignorar a segunda parte da pergunta para evitar tretas hahaha
 Um
universo complexo como os que você cria requer muito trabalho e em geral
pesquisas sobre elementos já existentes em alguns casos em mais de uma cultura
(extintas ou não). Você usou algo assim para trabalhar em alguma de suas obras
ou pretende fazê-lo? Se sim, conte-nos um pouco sobre o seu processo de escolha
de quais elementos usar e quais deixar de lado.
Eu sou
uma pilha de conhecimento inútil não tão inútil assim xD Sempre busco
referências para todos os mundos, e às vezes até para detalhes bem discretos.
Sou a chata da construção, nesse sentido. Gosto de buscar referências variadas,
fora do que a gente está acostumada a ver o tempo todo. Se você só tem as
mesmas referências que todo mundo, seu livro vai ter a mesma cara do livro de
todo mundo, daí essa coisa de ter tanta fantasia se passando na Anglaterra –
aquela versão fantasiosa da Inglaterra que não tem nada de novo ou de
diferente. É a referência mais comum, junto com o medieval europeu genérico. Eu
gosto de tentar puxar referências diferentes, procurar detalhes e esconder
coisinhas no meio da história.
Normalmente,
quando estou trabalhando um mundo já começo a procurar o que consigo encaixar
junto com minha ideia da mitologia e do mundo em si. Estilos de arquitetura
diferentes, tipos de roupas, acessórios, armas, lutas, sempre saio pesquisando
mil coisas, mesmo que acabe não usando ou mencionando quase nada.
Como
leitora o que te atrai numa obra e o que te repele? Você usa isso nos seus
próprios livros?
Eu sou
aquela leitora chata que se o livro não prende nas primeiras páginas, já deixa
de lado. Então gosto de bons começos: dinâmicos, me deixando ter uma noção do
tipo de protagonista que estou lidando e o suficiente sobre o mundo ou o enredo
para me deixar curiosa. Amo da linguagem “gente feito à gente” e personagens
assim também.
No fim
das contas, é mais fácil falar o que me afasta de um livro, porque isso é bem
claro: começo infodump (início com muita informação), linguagem destoando dos protagonistas/gênero (por
exemplo, fantasia urbana com linguagem de alta fantasia, ou o oposto),
personagens perfeitinhos demais, mulheres no melhor estilo donzela indefesa,
relacionamentos abusivos romantizados (que infelizmente são bem comuns),
excesso de descrições… E mais uns tantos detalhezinhos.

Quando eu comecei a
escrever pra valer, era porque queria ler alguma coisa diferente e não achava
nada como o que estava procurando. Então, sentei e fui escrever. Isso nunca
mudou: todos os meus livros são, antes de qualquer coisa, livros que eu gosto de ler. Se não, para quê gastar
meu tempo nisso? Então as coisas que me atraem em uma história são as que
sempre tento usar, obviamente, e o que eu não gosto são coisinhas que nunca vou
colocar em um livro meu.

Queremos agradecer muito a Thais por ter cedido seu tempo e respondido a TODAS essas perguntinhas! Nós amamos e vocês?

07 jan, 2018

[AUTOR DO MÊS] Janeiro: Thais Lopes

Oiii seus lindos, este ano nos estamos com muitas novidades aqui no PL/EN, incluindo a nova coluna: Autor do Mês, que consiste em: um mês inteirinhoooo dedicado a um autor nacional, onde nos traremos um pouquinho sobre as obras do autor, entrevistas e muito mais. Os posts do autor do mês sairão todos os domingos, então vocês já sabem que dia tem que vim no blog conferir as novidades sobre o autor.
 
O primeiro autor convidado  é nossa parceira Thais Lopes, que está a anos acompanhando o blog e nos dando a honra de falar um pouquinho sobre seu trabalho. Mas chega de lenga, lenga e vamos falar um pouquinho sobre a autora e suas obras.

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26 jul, 2017

[RESENHA] Especial Nacionais: Crônicas de Táiran #2: Vigilante



Oii seus lindos, dando
sequencia nossa
Semana dos Nacionais que esta incrível! (você pode conferir os primeiros posts clicando AQUI) hoje a resenha é de Vigilante, da nossa parceira
Thais Lopes, e vou dizer para vocês que tive uma dificuldade enorme com esse livro. Primeiro
pra largar o livro e segundo pra escrever esta resenha sem falar de mais.
Tentarei ao máximo não dar spoiler de
Sentinela (primeiro livro da série), mas
infelizmente alguns vão ter que passar para que eu possa explicar o contexto,
então vamos ao que interessa!




A primeira coisa que precisam
saber é que Vigilante se passa 20 anos depois de Sentinela (vocês podem conferir a resenha AQUI), anos depois da batalha contra os guerrilheiros airenis e embora o tempo tenha passado, algumas
coisas não estão assim tão diferentes como se gostaria..

Agora a história é
contada por Ezi a mercenária que aprendeu cedo que precisava se esconder se
quisesse sobreviver naquele mundo, mas acima de tudo, ela deveria se esconder dos Guardiões,
pois se eles soubessem quem era, ou do que era capaz as coisas não ficariam
boas para o seu lado. Porém a batalha contra os guerrilheiros tinha destruído anos de
cuidado e agora Ezi precisa se esconder para que a Ordem não enviasse alguém até
ela para selar seu destino como fizeram com seus pais.

Depois de vários anos se
escondendo para se manter a salvo, Ezi vê esta sua segurança acabar quando o Arqui-Guardião Ziderrenoh
(ou Zid para os íntimos) chega à vila onde ela mora trazendo
um aviso enigmático. E aí Ezi precisa decidir o que é
mais importante: sobreviver ou assumir uma herança que certamente colocará sua
vida em risco?

Pense em um livro incrível?
Agora multipliquem por quatrocentos e você tem Vigilante! Sério eu tinha ficado apaixonada por Sentinela e não sabia bem o
que esperar da sua sequência, embora ainda aguardasse coisas boas não podia imaginar que a história fosse dar um salto de vinte anos para o futuro, e como eu sou boba e inocente e não
consigo compreender a mente insana da Thais, acabei ficando completamente apaixonada.

A maneira como a história do
primeiro e do segundo livro foram entrelaçadas, abriu um mundo de possibilidades para a história que eu não sou nem capaz de imaginar. Vigilante segue um tempo tão perfeito que foi impossível largar o
livro para fazer qualquer coisa, fiquei com aquela sensação de que em pouco tempo aconteceria algo importante o que torna deixar a leitura de lado (mesmo que por pouco tempo!) uma tarefa dificílima.

As personagens que aparecem
aqui são como sempre muito bem escritas, algumas são velhas conhecidas, pois
estavam na história de Sentinela, como a Ezi, o Zid, os mercenários e alguns
guardiões, mas alguns são completamente novos e igualmente apaixonantes. Não
vou falar sobre cada um dos personagens separadamente, porque se não a resenha
vai ficar imensa e posso acabar falando mais do que deveria, então vou
contar porque me apaixonei por alguns especificamente.

Tenho esse péssimo habito de me apaixonar pelos personagens
principais e aqui não foi diferente. Eu me apaixonei pela Ezi e a força que ela
tem para equilibrar as coisas e fazer aquilo que ela acredita ser o certo, mas
me incomodou um pouco com a maneira com a qual a protagonista se adaptou a seguir ordens
sem questionar nada, e mesmo este meu incomodo foi superado porque consegui acompanhar a evolução da personagem e a maneira como encontra uma força em si mesma que ela nem imaginava que tinha e isso me encantou.

O Zid foi pelo mesmo princípio
da Ezi, mas a questão dele era ser autoritário e rígido de mais (como todos os
guardiões
), e aos poucos ele vai se descobrindo e deixando que a Ezi veja
quem ele realmente é, tornando impossível não se apaixonar. E a
outra personagem que me encantou verdadeiramente nesta história foi a Thria que
é aquela amiga que fica na dela até certo ponto, mas que é completamente admirável!

Em Vigilante nós iremos
mergulhar mais afundo na história de Ionessen e descobrir muito do que veio
antes deste tempo, o que tornou clara, para mim, várias situações e os motivos para
alguns conflitos. Não consigo achar um ponto falho na história ou algo que
tenha deixado a desejar, porque seguindo o ritmo que foi do primeiro para o segundo
livro, eu acredito que as dúvidas que ficaram em aberto vão ser solucionadas
nos próximos volumes.

Caso vocês queiram adquirir os
livros das Crônicas vocês basta 
CLICAR AQUI, e se não conhecem a
história recomendo fortemente que vocês mudem isso o quanto antes porque não se pode passar
uma vida sem conhecer a história de Táiran!

Título: Vigilante | Série: Crônicas de Táiran | Páginas: 345 Autor(a): Thais Lopes | Editora: Senhor da Lenda
07 set, 2016

[RESENHA] Crônicas de Táiran #1: Sentinela



Oiii amores, hoje nos vamos falar
um pouquinho sobre Sentinela, da nossa parceira Thais Lopes, aquela mesma que
escreveu O Ciclo da Morte (para ver a resenha é só clicar aqui), mas este livro
é um universo completamente diferente, são histórias distintas, então não
imaginem encontrar o mesmo padrão de história aqui, pois ainda que este mundo
seja proporcionalmente apaixonante, ele é completamente diferente.


Ionessen é um mundo marcado por
guerras onde a magia é comum e a tecnologia controlada, onde os erros do
passado não são esquecidos e suas consequências demorarem séculos ate serem
percebidas.

Desde a criação do Reino C’erit, seus portões de então nunca foram atravessados, ninguém sabia o que acontecia  dentro do Reino, e qual o destino de seus habitantes que tempos atrás haviam se isolado para construir um novo lar. Por isto até mesmo os Guardiões se surpreendem com a chegada de uma mensagem enviada do Reino.


A Arqui- Guardiã  Aila é enviada em resposta ao chamado. Mas nem
mesmo uma vida inteira na cidade- fortaleza dos Guardiões a preparariam para o
que precisará enfrentar: traição, uma nova ameaça a Ordem e um homem capaz de
abala- lá.

A história tem aquela pegada de
ficção cientifica e talvez isto possa te deixar um pouco receoso de ler o
livro, caso não seja seu estilo, mas não deixe que isto te impeça de ler,
porque eu particularmente não gosto muito e ainda assim me apaixonei por
Sentinela, porque a história é leve de um jeito que eu nunca achei que um livro
deste estilo fosse ter e a história te prende de uma maneira desesperadora
(daquele tipo que você para de fazer só para saber o que irá acontecer).

O mundo é muito bem detalhado,
o que torna fácil se imaginar circulando por aquele ambiente, vivendo aqueles
dramas e lutando as batalhas junto com os personagens. Cada ambiente em que a
história se passa é bem descrito e a maneira como cada um se envolve na trama é
muito bem encaixada.

Os personagens são todos importantes,
ate mesmo aqueles que aparecem meio que em plano de fundo, porque todos eles
são bem descritos e eu percebi uma participação bem fechadinha (daquele tipo em
que o personagem está ali para um determinado momento, ele faz o que tem que
fazer e quando ele sai de cena você não fica sentindo que faltou algo), mas
obviamente tem-se aqueles personagens pelos quais nos nós apaixonamos não é
mesmo? E como eu sou a louca dos crushs literários (tenho um em praticamente
todo os livros que eu leio), aqui não poderia ser diferente não é mesmo? Então
vamos falar um pouquinho de quais eu achei mais importantes (podem não ser
todos os que são realmente importantes para a história ok? São só os que eu realmente
amei <3) e o que eu mais gostei neles:

Aíla– é a Arqui-Guardiã mais incrível,
perdendo só para a Krisla (mas quando lemos vemos que é obvio o motivo rs),
enfim ela não é só uma Guardiã bem treinada e forte, que sabe do que é capaz e
o que tem fazer sem ficar com aqueles mimimis irritantes que muitas personagens
principais tem. Ela é forte porque ela tem medos e receios, ela luta a todo
tempo com o seu passado, fazendo o máximo possível para não deixar que seus
medos a impeçam de fazer algo no futuro, mas em resumo ela é incrível!

Kai– é o Rei C’erit, que
admito: a principio eu achei que ele seria o elo fraco da história, ainda que a
Aíla visse o homem forte que ele havia sido antes que ela o encontrasse, eu pensava
que ele ainda ia me irritar sendo o elo fraco, e obviamente eu estava errada.
Ele é forte e tem um senso de lealdade que torna tudo o que ele faz pessoal, o
que o leva a dar o melhor de si para tudo o que faz, e em vários momentos nos
somos agraciados com a presença e a força não só do Rei, mas também do homem, e
isto realmente me deixou apaixonada por ele.

Edel– é o filho do Rei C’erit e
um garotinho incrível, ele tem um senso de responsabilidade enorme e é tão
inteligente que a gente fica assustado, mas ele não deixa aquela impressão de
pequeno homem, ele é uma criança e age como tal, com receios e pedidos que são característicos
da infância, então fica claro a todo o momento que ele é uma criança, com
pensamentos de criança, mas que é muito esperto e inteligente, o que faz com
que não seja enganado pelos adultos.

Krisla– é a Arqui- Guardiã
fodona (pra mim ok?), ela é incrível de diversas maneiras que eu não posso explicar rs, mas o
que mais me encanta nela é que ela tem uma sabedoria fria, que faz com que a
trama tome rumos dos quais nos sequer poderíamos esperar, ela tem um ar de “deia
que eu sei o que estou fazendo” que ao mesmo tempo é um pouco arrogante, mas
que também é aceitável (soou um pouco confuso? Talvez, mas não sei como
descrever de outra forma rs).

Os demais personagens são muito
bem trabalhados como eu disse, e alguns dos quais eu não descrevi aqui são de
suma importância para a história, mas eu somente não saberia como descreve-los
sem contar algo importante, mas ainda assim são todos muito bem escritos e bem
trabalhados, encaixados na história de uma maneira que as vezes nos sequer imaginaríamos.

Eu ouvi muitos dos parceiros da
Thais dizendo que Sentinela tinha uma pegada de Star Wars, eu concordo? Não.
Por que? Porque eu não gosto de Star Wars (me julguem!) e estou simplesmente
apaixonada por Sentinela. Eu não posso discordar plenamente de quem diz isto,
pelo simples fato de que nunca tive muita paciência para ler ou assistir Star
Wars, então se vocês acham que parece me contem aqui nos comentários rs.

Título: Sentinela | Série: Crônicas de Táiran | Páginas: 297 | Autor(a): Thais Lopes
 | Editora: Senhor da Lenda